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  1. Andreia… se eu me queixo imagino tu, que stress rapariga! O que o teu marido diz é muito verdade, é facil ser zen em Bali ou nos confins do mundo mas aqui…. nem os monges coitaditos escapariam a torcer o nariz a algumas coisas! Por isso é que nós todos que vivemos na confusão somos uns super-heróis! ahahah

  2. Na verdade a vida traz nos desafios diários… é tudo o que disseste..no meu caso poe em cima hábitos completamente nojentos dos chineses, 23milhoes de pessoas numa cidade…barulho…muito barulho de todos os tipos, não so sonoros..enfim é dose. Não aguento muitas vezes e também me passo da cabeça Patrícia..fica descansada. Às vezes dou por mim a disparatar com os chineses, a gritar, chama los de tanta coisa… a sorte é que não entendem patavina do que falo… às vezes provoco os no sentido de lhes tentar ensinar educação…enfim as vezes a raiva toma conta de mim…mas acho saudável…desde que não seja sempre, pois ela tem de sair de alguma forma. E quando não encontro escape suficiente para a soltar lá vem o box, bater nas almofadas, gritar a plenos pulmões, mexer me.como se não houvesse amanhã…libertar. depois passa e centro me outra vez ate conquistar o estado “ninja” como diz o Filipe. Um dia..talvez, não hoje! Grande beijinho

  3. A nossa atitude reflecte-se no outro, sem dúvida alguma! Já experimentaste ir a uma repartição de Finanças, seres atendida por uma pessoa de cara enfiada e mal disposta e seres simpatica para com ela? Muda tudo! É impressionante! Connosco é o mesmo, temos um mau momento, reconhecemos e passamos à frente, sem nos criticarmos demasiado porque… shit happen e no mundo em que vivemos é fácil descambar e ter comprtamentos “menos zen”. É como dizes, aprendizagem…. 😉

  4. Dou por mim a pensar nisto algumas vezes, e realmente é verdade. É tudo muito bonito quando temos poucos “estímulos” menos bons do exterior, mas depois há aqueles momentos ou dias em que tudo parece que quer testar a nossa paciência. Acredito que o primeiro passo é mesmo isso que dizes, perceber que temos um determinado comportamento e já não nos identificamos com ele, e em seguida perceber se há algo que se passa connosco que tenha despoletado este comportamento em nós. Quantas vezes eu não apresentei uma boa zona de “mau feitio” direccionada a determinada pessoa ou situação, e quando paro um pouco para reflectir, apercebo-me que aquilo que me afecta não tem nada relacionado com isso especificamente. E também sou apologista de manter a educação e ser gentil, mesmo quando os outros não o fazem; já tive inclusive situações em que isso mudou a atitude da outra pessoa em relação a mim, mas seja como for, mesmo que não aconteça, é sempre bom fazer essa diferença.

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