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4 Comments

  1. Eu tenho tido a sorte de ter professores que observam as regras mas rematam com a necessidade de fazermos tudo pelo prazer de o fazer e não por obrigação. Até admiro quem consegue fazer tudo by the book… eu não e não me sinto mal com isso muito embora a cena das receitas… enfim… lol

  2. Acho que simplesmente não te esqueceste da essência da tua alma..livre, espontânea, sábia.
    Fartei me de rir com a cena dos rituais velas e mantras…aqui é igualzinho. Adoro rituais..mas invento os, e antes de começar nem sei bem o que vai acontecer, apenas me coloco receptiva a ser guiada. Mantras igual. Tenho um exemplo mt engraçado, quando frequentava aulas yoga e diziam para colocar as maos em mudra eu nunca fiz…porque raio vou imitar se eu nao sinto que o devo fazer? Vou ser mais espiritual por isso? Bahh..tanto que quando comecei a dar aulas yoga nunca introduzi coisas forçadas..enfim..acho importante mantermos este espírito crítico e alma rebelde

  3. Ah, como gostei deste artigo! Identifico-me totalmente com isto. Também não gosto de seguir tudo direitinho. Mesmo em meditações ou rituais que fui eu que criei para mim, porque no momento me fez sentido ser daquela forma, quantas não sou as vezes que altero pequenas coisas… E em receitas, quando dá, o meu namorado que diga quantas vezes eu não comento “olha, tinha X e Y, e eu pus antes A, B”. Isto são apenas exemplos, como os que falaste no artigo. E para mim é assim que as coisas devem ser… Fazer as coisas só porque “dizem” ou “está escrito” que é assim não me faz qualquer sentido. Muito bom

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