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2 Comments

  1. Obrigada também pela tua partilha Joana. Às vezes fica-se com uma sensação de que podemos estar a fazer alguma coisa da maneira errada mas é como tu tão bem dizes, não há “o mais certo”. Cada um de nós tem a sua própria forma de sentir a vida e chega a um momento em que percebemos, interiorizamos e continuamos o caminho do nosso jeito. Que é como deve ser.

  2. Querida Patrícia, que bom ler-te, que bom partilhar contigo também. Também eu, que leio tanto, muitas vezes dou por mim a pensar que afinal aquelas páginas não me trouxeram nada, coisa que eu esperava que fizessem folheei pela primeira vez. A verdade é que acredito que muito do conhecimento para esta busca está já dentro de nós, só temos de aprender quais são os triggers para irmos desbloqueando essas camadas. A arte, seja em que forma for, é, para mim, uma das melhores maneiras de o fazer. Até ler pequenas citações, encontradas à toa na Internet, e reflectir sobre o que elas significam para mim em determinado momento, pode contribuir para este crescimento que muitas vezes leituras mais extensas não deixam descobrir. Uma das coisas mais importantes que aprendi nesta jornada espiritual é que não há “o mais certo”, e por vezes aquilo que a maioria procura só serve para eu me perder do meu caminho… O caminho é de cada um de nós, e devemos fazer aquilo que nos faz sentido. Caminhar lado a lado, sim, mas cada um tem os seus próprios trilhos, os seus próprios detalhes de paisagem. Gratidão por mais uma reflexão

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