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4 Comments

  1. Olá Sofia, muito obrigada pela tua partilha! De facto, toda as experiências são diferentes – e ainda bem! Não há dúvida que sempre aprendemos algo. Apesar de tudo também eu trouxe ensinamentos valiosos para a minha vida. Mas também é muito bom, na minha opinião pessoal, quando as pessoas chegam à conclusão que tu chegaste por ti própria: todos nós temos um pouco de divino (sem barbas! ahah).

  2. Querida Patrícia,
    Este é um tema que me diz muito porque tenho uma educação católica e, apesar de achar que o meu background é importante, hoje considero-me mais uma pessoa de fé do que uma pessoa religiosa.
    Para mim, a minha educação católica foi positiva, porque me fez aprender valores que ainda hoje são estruturais para mim: amor, bondade, partilha, etc. No entanto, não considero que só os aprendamos pertencendo a uma religião, falo apenas de que no meu caso específico, foi isso que aconteceu.
    Felizmente, a minha experiência de religião foi aberta o suficiente para nunca achar que o livre arbítrio estivesse em causa. Partindo dessa premissa e com um mais recente investimento no desenvolvimento pessoal, permitiu à minha fé crescer e redescobrir um Deus que, afinal, também existe em mim. Somos todos, pedacinhos de Deus (e não, não acho que ele seja um senhor de barbas longas).
    Beijinhos,
    Sofia Mais Feliz

  3. Adoro a forma casual com que falas do tema, e penso que sim, é a melhor forma de falar nele de facto! revejo-me nisso tudo, nunca passei pela tua experiência mas passei pela “oposta”. Anos em que jurei a pés juntos ser ateu mas trabalhava com voluntariado, por acredito que era o bem maior para a sociedade. O facto de refutar a crença como justificação do acto fez-me olhar com distância para quem se dizia crente.

    Lá está, não é para julgar os seus actos e crenças, mas a forma como as vivemos. E o que me assusta, devo partilhar, é o facto que algumas vezes ainda vejo pessoas a sair de uma e entrar noutras sem darem conta. A crença XYZ não me faz sentido foi meditar e ser alternativo, e então deixo de dizer que foi Deus/Diabo e passa a ser Karma… parece que só trocámos os nomes, e mantemos o registo.

    Só há para mim uma pessoa que nos pode absolver qualquer culpa, nós mesmo. No nosso mais profundo sentir.

    Grato pela partilha!!

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