Perguntas frequentes sobre o meu trabalho
O que fundamenta o meu trabalho terapêutico?
O meu trabalho nas sessões de Reflexão e Orientação e Shadow Work nasce no decorrer dos meus estudos paralelos à formação em Psicologia Clínica, em áreas como a Psicologia Analítica, a interpretação simbólica de contos de fadas, a análise de sonhos e a mitologia.
Este trabalho está ligado a alguma filosofia, religião ou prática esotérica?
Não. Este trabalho promove o espírito crítico e não está ligado a quaisquer filosofias, religiões ou práticas esotéricas. Todas as crenças espirituais, ou a ausência delas, são aceites e integradas no acompanhamento com respeito.
Há espaço para trabalhar feridas ligadas à religião, espiritualidade ou contextos coercivos?
Sim. Há também espaço para trabalhar o impacto psicológico, emocional e simbólico de experiências vividas em contextos religiosos ou espirituais rígidos, manipuladores, coercivos ou profundamente castradores. Isto pode incluir culpa, medo, vergonha, perda de identidade, conflito entre espiritualidade e liberdade interior, dificuldade em confiar em si próprio/a, ou a sensação de ter perdido a própria voz.
Há espaço para pessoas neurodivergentes neste acompanhamento?
Sim, Pessoas neurodivergentes podem fazer este trabalho, desde que o objectivo seja compatível com a natureza das sessões. A neurodivergência não é, em si, o foco da intervenção. Não faço diagnóstico, avaliação ou tratamento especifico de PHDA, autismo ou outra condições. O trabalho realizado é focado na reflexão e exploração da experiência pessoal, podendo a forma de comunicação e o ritmo das sessões ser ajustados às necessidades de cada pessoa.
Há espaço para trabalhar temas ligados a Kink ou BDSM?
Sim. Há também espaço para trabalhar desejo, poder, entrega, limites, fantasia e vínculo em pessoas ou relações que se movem no espectro Kink/BDSM, entendido aqui como território simbólico, relacional e profundamente humano.
Trabalhas com pessoas em relacionamentos não convencionais?
Sim. Há espaço para explorar vínculo, identidade, ciúmes, limites e estrutura relacional com pessoas que vivem relacionamentos não convencionais, incluindo relações não monogâmicas.
Estas sessões substituem psicoterapia ou acompanhamento psiquiátrico?
Não. Estas sessões não substituem psicoterapia nem acompanhamento psiquiátrico quando estes são necessários. O trabalho que facilito é orientado para a reflexão e exploração de padrões, conflitos internos, emoções, relações e aspectos de nós próprios que tendemos a evitar ou rejeitar. O foco não é o diagnóstico nem o tratamento de perturbações psicológicas, mas a compreensão da experiência pessoal e o aprofundamento da relação consigo próprio.
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