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4 Comments

  1. ahhh gravar músicas na rádio (e mais tarde videoclips na mtv) era um desafio bem divertido então pra mim que queria ser locutora de rádio e fazia os meus próprios shows com um gravador. também eu tinhas as paredes cheias se posters da bravo e da super jovem… realmente não sabia quase nada sobre a vida desses artistas e hoje em dia ando a descobrir coisas através de miudagem mais nova que sempre teve acesso a essa informação e uma pesso até se sente parva ‍♀️‍♀️ mas o mistério tinha muita magia, deixava mt à imaginação… e concordo ctg, n há necessidade de saber sobre a marca de cereais que fulano tal bebe… too much is too much. enfim, há bom e mau em tudo! obrigada por me fazeres recordar ☺️

  2. A Bravo em alemão é um clássico! lol
    Realmente, disseste ai algo importante, estamos virtualmente tão próximos e simultaneamente tão distantes. Dá-se quase tudo por garantido, incluindo as relações pessoais e quase que não há empenho em manter amores e amizades.
    Obrigada também pelo teu “testemunho” 😀 Beijinhos

  3. Engraçado que ainda há dias estive a pensar na infância e adolescência por uma razão mais ou menos idêntica. Uma menina partilhou no Instagram que não é por sabemos tudo sobre os outros que estamos mais próximos, nomeadamente família e amigos (apesar de muito se dizer que as redes servem para nos aproximar). Eu ainda me lembro de passar o ano lectivo a trocar cartas com os amigos com quem só estava nas férias. Era especial. Agora vemos uns vídeos ou umas fotos mas nem uma mensagem às vezes mandamos a saber se está tudo bem, ficamos com aquilo que é partilhado com todo o mundo sem existir este contacto mais pessoal. Gostei muito do teu artigo. Também me lembro de comprar a bravo em alemão ahahah.

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