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A deusa que há em ti – Parte II

 

Este artigo é a continuação da minha reflexão sobre o ser mulher e porque razão nunca me senti feminina.

 

 

A descoberta do Sagrado Feminino

 

Começar a desbravar caminho

 

Depois daquela aula de yoga, que lançou a luz sobre a minha suposta falta de feminilidade, fiquei com curiosidade em abordar a temática mais a fundo.

O primeiro passo seria perceber o porquê e isso começava a ser claro e o passo seguinte era procurar formas de recuperar esse sentimento em mim.

 

Não me entendam mal, eu estive apaixonada e fui desejada mas o que vem de fora, do outro, é sempre diferente daquilo que percepcionamos internamente, certo? De certeza que em algum momento da tua vida sentiste o mesmo.

 

A Patrícia cá por dentro não se sentia mulher o suficiente porque em primeiro lugar as mulheres da sua vida não tiveram tempo para o ser e passaram uma imagem desadequada e em segundo lugar porque sabia que não estava a cumprir com as expectativas da sociedade e não sabia como corresponder a isso, sem comprometer a minha essência.

 

 

Nem Sempre Zen – A deusa que há em ti: o que é o feminino?

 

 

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A deusa que há em ti – parte I

A deusa que há em ti é a deusa que há em mim.

Podemos ser mais diferentes do que uma caneta é de uma concha mas somos ambas sagradas, somos mulheres.

 

 

Nem Sempre Zen – A deusa que há em ti

 

 

O reconhecimento da Mulher

 

Nos últimos tempos temos assistido a um crescente de informação sobre “A deusa” e o “Sagrado Feminino”.

Desde que o livro “O Código Da Vinci” foi lançado, por volta de 2003, que o interesse acerca da posição das mulheres na religião, na história e na sociedade aumentou exponencialmente.

Sobretudo aumentou, nas próprias mulheres, o sentimento de auto estima e de mais valia que lhes faltava. Finalmente havia na história (ficcionada ou não…) da literatura mais mainstream, uma mulher ao nível de um homem tido como poderoso.

 

Claro que em algumas culturas isto da igualdade entre mulheres e homens sempre existiu.

Sempre houve sacerdotisas, bruxas, curandeiras, mães de santo, guerreiras e estrategas, entre outras, a assumir um lugar de destaque nas suas respectivas comunidades,

Assim como sempre houve professoras, mães, enfermeiras, donas de casa e costureiras, etc, que foram importantes e se destacaram na sua arte. Só que ninguém as valorizava, muito por causa da forte influencia patriarcal e religiosa que existia (…existe?) no nosso país.

Enfim, nada de novo, certo?

As mulheres sempre tiveram conscientes do seu poder mas pouco, ao longo da nossa história recente, o puderam expressar nem tão pouco foram reconhecidas por isso.

 

 

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