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Autoconhecimento e Desenvolvimento Pessoal by Patrícia Zen

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Propriedades do Quartzo Rosa

No seguimento do artigo anterior, sobre a Magia dos Cristais, pedi a duas amigas e colegas, a Joana Silva e a Sara Tibério para me ajudarem a explicar porque é que o quartzo rosa é uma pedra tão especial.

Perspectiva astrológica por Sara Tibério

Nem Sempre Zen – Balança (Libra) é um signo regido pelo planeta Vénus que pode beneficiar das potencialidades de cura compassiva e empática do cristal de quartzo.

Signo de Touro

O cristal de quartzo rosa é uma das pedras associadas a Touro e ao planeta Vénus, que é o seu regente.

Utilizar este cristal ajuda a recarregar a vibração amorosa deste signo, amenizando situações de teimosia, apego e ciúme, distorções típicas da energia fixa dos taurinos. Pelos mesmos motivos, pode ser uma pedra útil também para os escorpioninos, que partilham o eixo Touro-Escorpião, e por isso são “farinha do mesmo saco”!

Signo de Balança

Balança (Libra) é outro signo regido pelo planeta Vénus que pode, igualmente, beneficiar das potencialidades de cura compassiva e empática deste cristal, quando em situações de impetuosidade, falta de paciência, egoísmo… energias distorcidas do signo oposto e complementar Carneiro (Áries), também ele um potencial beneficiário das altas vibrações do quartzo rosa.

Embora estes sejam os signos mais facilmente associados ao quartzo rosa, todos nós podemos utilizar este cristal quando necessitamos de nos conectar com a energia de cura amorosa, visto que as energias dos signos mencionados acima existem em todos nós e estão, a todo o momento, em interacção com o mundo exterior.

Propriedades curativas e energéticas por Joana Silva

Nem Sempre Zen – O quartzo Rosa, muito associado ao chakra cardíaco, lembra-nos do amor incondicional.

Chakra cardíaco e amor incondicional

O quartzo Rosa, muito associado ao chakra cardíaco, lembra-nos do amor incondicional, de sentimentos de paz e compaixão, sendo uma boa ferramenta que ajuda na nossa cura.

Quando trabalhamos neste chakra com o quartzo Rosa, pode ajudar a dissolver feridas emocionais, medos e ressentimentos, trazendo-nos também conforto.

Ajuda-nos ainda a abrir o coração para dar e receber Amor e, principalmente, deve ser uma ferramenta para nos lembrarmos e trabalharmos em busca do amor-próprio e auto-confiança.

 

Outras utilizações

Quando os utilizamos no quarto, principalmente debaixo da almofada, previne pesadelos e ajuda a ter sonhos mais tranquilos.

É também um cristal que pode ser utilizado para aliviar stress e tensões, através, por exemplo, da sua utilização em conjunto com o reiki ou a meditação.

Ao ser utilizado nos tratamentos de reiki, ao colocar o quartzo rosa na zona do chakra cardíaco enquanto fazemos o tratamento, este propícia o seu efeito.

Lembra-te sempre da importância de usar os cristais como uma ferramenta apenas, sem qualquer apego. Estes pequenos objectos podem ajudar-te a ancorar as emoções e a focar na solução e não no problema. No entanto, a verdadeira força e o poder estão dentro de ti.

Nota:

Se tens cristais e precisas de conselhos sobre como os limpar e energizar, podes lêr este artigo da Joana no site Terapias D’Alma (link directo).


Ferramentas de autoconhecimento

Para termos um bom conhecimento de nós, precisamos ter igualmente consciência do que somos.

Durante milhares de anos, filósofos, escritores, alquimistas e neurocientistas, entre tantos outros pensadores, buscaram o conhecimento da natureza do ser humano e de si mesmos.

Neste artigo falo de forma breve sobre algumas ferramentas de autoconhecimento, assunto que irei desenvolver mais aprofundadamente nos próximos tempos.

 

 

 

Nem Sempre Zen – Para termos um bom conhecimento de nós, precisamos ter igualmente consciência do que somos.

 

 

Como é que eu me conheço?

 

Há quem refira que a primeira coisa a fazer é desligarmo-nos dos julgamentos alheios.

Depois, deveremos pensar naquilo que nos define: do que gostamos e não gostamos em nós? quais são os nossos traços mais marcantes? quem sou eu no meu grupo de amigos?

É bom também termos consciência dos acontecimentos de vida que nos moldaram – nem sempre temos noção do impacto que certas situações tiveram em nós, por isso recorrer a psicoterapia é sempre uma boa opção.

 

Dica: Se quiseres explorar mais sobre este assunto, podes ler o artigo no qual me inspirei aqui.

 

 

Ferramentas de autoconhecimento

 

Fazer journaling, meditar ou aprender uma língua nova são formas de sair da comfort zone mas são também ferramentas importantes de autoconhecimento.

Desta forma, tens uma visão daquelas que são as tuas forças e fraquezas, de maneira a poderes trabalhá-las.

Outras ferramentas usadas actualmente, mais ligadas ao lado espiritual, são o Tarot, a meditação, o Reiki e a prática de Yoga.

 

 

Ferramentas que eu utilizo

 

  • Escrita, introspecção, psicoterapia, e muitas leituras e estudo;
  • Muita comunicação com o outro, com amigos que estão na “mesma onda” mas também com aqueles de desafiam as nossas crenças (é um bom exercício, acredita!);
  • Trabalhar com cartas (tarot e outros oráculos) tem sido um exercício fundamental e extremamente útil. Falarei melhor sobre isto em breve;
  • O Reiki, que é uma prática que me que me obriga a acalmar e a viver no momento presente;
  • O Yoga, no entanto, foi, no inicio da minha caminhada rumo ao desenvolvimento espiritual, aquela tool que mais me abriu os olhos para o mundo além material;
  • E, claro, a Meditação, que é o meu maior mestre, que me faz ir ao fundo de mim,

 

 

Consciência de mim (de nós)

 

Apesar de todas as práticas que descrevi, há uma que é essencial, como uma chave mestra.

Os nossos pensamentos e atitudes, bem como a consciência crítica que temos sobre eles, são, na minha opinião, a nossa maior ferramenta de autoconhecimento.

Quando esta capacidade de análise e introspecção não existe, não há cristais, Reiki, Tarot ou psicoterapia que nos valha.

Porque tudo, tudo está em nós.

 

 


Só por hoje

Ansiedade 

 

Eu já vivi num estado de ansiedade extrema. Ansiedade. Controlo. Falta de confiança. 

O dia seguinte preocupava-me: Como vai ser? O que vou dizer? O que vou fazer?  

Qualquer coisa que acontecia fora do planeado alterava-me o sistema: “E agora, só problemas, só problemas! Só a mim me acontece isto! O que fazer?”

Resolver problemas era um problema: “Eu não sei resolver isto! Estou sozinha e agora? O que fazer?”

 

Nem Sempre Zen – Ansiedade

 

 

O que fazer? O que fazer? 

 

E aquilo entra num loop tresloucado.  

Durante uns anos tive alguns ataques de pânico e um sentimento muito grande de impotência, sobretudo uma grande preocupação com o que fazer no amanhã. 

 

 

A Sra. Ansiedade e o Sr. Tranquilo 

 

Quando fui viver com o meu marido nós éramos a Sra. Ansiedade e o Sr. Tranquilo. Eu queria planear tudo ao ínfimo pormenor e ele respondia “logo se vê” ou qualquer coisa do género. 

Se ao inicio foi estranho (e irritante!), com o tempo foi terapêutico.  

 

Largar da mão a necessidade de ter tudo controlado, porque há coisas que nós não controlamos (ponto final.) e (re)aprender a ter confiança em mim mesma, foram meio caminho andado para me ajudar a ultrapassar a ansiedade. 

 

Obviamente fiz psicoterapia, o que foi uma tremenda ajuda. Ver o nosso pensamento, num momento de ansiedade, ser “mastigado e cuspido” de forma organizada é como levar um murro no estômago!  Dói imenso no impacto mas passa rápido e quando dás por ti, pensas “como é que é possível a minha cabeça estar neste estado? O que é que estou a fazer a mim mesma?” 

 

Actualmente, estou muito mais “relaxada” em relação ao que há-de vir porque na verdade, só temos o hoje para viver. Podemos (e devemos) fazer planos mas sempre de forma descontraída e com planos B e C ou então sem planos, se fores do tipo “tá-se bem”.  

 

Porque está tudo bem

 

Problemas vão existir sempre mas se não os olharmos com calma e espírito analítico não os vamos conseguir resolver, não sem desgastar a nossa saúde mental, que é tão preciosa. 

 

 

Nem Sempre Zen – Tudo é relativo

 

 

 

Tudo é relativo 

 

Se fores a ver, aquilo que é um grande problema para ti, pode ser de fácil resolução para outra pessoa e vice versa, o que só prova que tudo é relativo.  

As tuas vivências pessoais, o background familiar ou  o teu estado de espirito no momento, tudo isto contribui para a tua forma de olhar os obstáculos. Há quem os veja como o fim do mundo, outros vêm desafios a superar com sucesso.  

Nada é real e tudo é relativo. 

 

 

 

Só por hoje

 

Reiki também nos ensina isso, a viver um momento de cada vez.  

Os seus cinco princípios assentam na premissa do “só por hoje”. Viver o dia, sentir o dia, refletir no dia. Ser grato pelo dia.  

Um passo de cada vez.  

 

“A frase só por hoje chama a atenção pera a necessidade de vivermos no presente e também nos alivia do peso que seria pensar em ter ele seguir os princípios para toda a vida. Já pensou na responsabilidade e na dificuldade de cumprir os princípios para sempre? Parece um objectivo impossível não estou? Mas se pensarmos em cumpri-los até ao final de um dia sai-nos um grande peso das costas e já parece um feito possível de se alcançar.” 

Sara Cardoso em “A psicologia do Reiki” 

Nem Sempre Zen – Gokai

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