Nem Sempre Zen

Desenvolvimento Pessoal & Espiritualidade by Patrícia Zen

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Etiqueta: espiritualidade

Percorre o teu próprio caminho

Percorre o teu próprio caminho – é uma frase cliché mas quando realmente entendemos de que forma ela se aplica à nossa vida, torna-se a chave mestra para a porta da consciência.

 

 

Trabalho de introspecção

 

Não há dúvida que fazer um trabalho interior, de introspecção, é essencial para perceber qual é o nosso caminho na vida – seja em que sentido for.

Neste caso, falo do caminho de desenvolvimento espiritual. E este caminho, como toda a gente sabe, é muito pessoal.

Podemos inspirar-nos noutras pessoas e até tentar percorrer a mesma estrada mas quantas vezes isso não serve “apenas” para compreendermos que aquele não é mesmo o nosso caminho?

 

 

Nem Sempre Zen – Percorre o teu próprio caminho

 

 

O que é que me desperta emoções?

 

 

“A cultura actual está obsessivamente focada em expectativas positivas irrealistas, tretas positivas e felizes de auto-ajuda que estamos sempre a ouvir, focadas naquilo que nos falta, aquilo que não somos, aquilo que devíamos ter sido mas não conseguimos ser.”

Mark Manson

 

 

 

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O fino véu entre mundos

O fino véu entre mundos é entreaberto, ou escancarado, dependendo do quão aberto o teu coracão também está. Quando falo de abrir o véu entre mundos não falo só de mundos espirituais, invisíveis aos nosso olhos mundanos.

 

 

Nem Sempre Zen – Glencoe, Escócia | photo by me

 

 

 

Todos os dias são dias de agradecer

 

Hoje, ao agradecer, sinto que há uma nova perspectiva em mente.

Geralmente agradeço a quem ou ao que me trouxe até este preciso momento e pela oportunidade de estar aqui, aprender, viver e evoluir.

Na minha mente hoje tenho a imagem do dia em que penso que o fino véu entre o que fui e o que sou se esfumou.

 

 

Independência

 

Lembro-me de estar numa vila pequena, a caminho das Highlands, na Escócia, e de me separar (voluntariamente) do grupo com quem viajava.

Recordo-me de ter ido pedir indicações a uma senhora que gentilmente me orientou. Tenho ainda hoje bem presente na memória, mais de 10 anos passados, o que aconteceu.

Segui as indicações que me deram e entrei numa rua onde não se via vivalma. Eu estava sozinha e lembro-me de olhar para o céu e ser envolvida por uma sensação de liberdade e independência.

 

Curiosamente, este ano pedi que me lessem as cartas (de tarot) pela primeira vez na minha vida e, entre as muitas mensagens, surgiu uma relacionada com um dos meus propósitos na vida: ganhar independência.

 

 

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Hel – Abraçar o lado sombra (I)

Abraçar o lado sombra

 

Hel é uma divindade da Mitologia nórdica, cujo nome significa “aquele/a que se esconde”, por esse motivo quero falar sobre o acto de abraçar o lado sombra.

Abraçar o lado sombra mais não é do que acarinhar aquele nosso lado feio, desagradável, que teimamos em esconder – para os outros e para nós próprios.

 

Hel teria sido uma criatura terrífica de se olhar. Dizem que parte do seu corpo tinha os ossos expostos.

 

Nem Sempre Zen – Representação de Hel: The veil of Death by artist Chris Ortega

 

 

Sendo uma das filhas de Loki – o deus do engano – o supra sumo Odin achou que era melhor manter Hel debaixo de olho e assim ela ficou a viver em Asgard,

Mas a sua terrível aparência  fazia com que as pessoas a evitassem e então ela pediu a Odin que a deixasse ir para o Submundo,

 

 

Those who are excluded for being socially unnacceptable revert more do exploring the inner realms. This means they’re not affraid of being in the dark, for they have seen the darker side of human nature and learned to process their own fears.

[Hel] knows (…) that if we don´t express the landscape of darker thoughts and feelings, we will be lost in limbo, neither fully alive nor dead.

 

In Goddess Wisdom by Tanishka (Hay House Books, 2017)

 

 

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Meditação

Comecei a fazer meditação quando iniciei a prática de yoga, há cerca de dois anos e meio.

Não, não, mentira.

Comecei a fazer meditação quando tinha uns 7 anos… não era uma meditação dirigida a uma entidade religiosa, ou com um propósito definido, afinal eu era apenas uma criança que gostava de imaginar mundos fantásticos e sonhar acordada que vivia aventuras em universos mágicos, como quase todas as crianças faziam.

Passava noites a olhar para a Lua e para as estrelas. Nas férias no campo, adorava andar sozinha, pés na terra e cabeça no ar,  e na praia, o mar era a minha casa, qual sereia Ariel.

Em todos estes momentos, a viver e sentir a natureza, eu meditava, só não sabia que era isso.

 

Nem Sempre Zen – Meditação

 

Cadeia de orações (energias em movimento)

 

Eu passei por muitas fases, no que respeita à minha espiritualidade – isso daria uma peça em três actos! – mas um destes dias recordei um determinado acontecimento.

Houve uma altura, quando frequentava a igreja, devia ter uns 16 anos, costumava fazer, com o grupo de jovens aquilo que se chamava “cadeia de orações”.

Havia uma escala em que cada um tirava uns minutos do seu dia ou noite para fazer uma oração por determinado assunto.

Isto já foi há muitas, muitas luas (porque entretanto deixei de acreditar em deus, deuses e coisas e coisinhas).

Actualmente recuperei a minha espiritualidade. Aquela que eu tinha antes de ser religiosa e acreditar num deus, aquela que existia quando eu era criança e passava as noites, na minha varanda, a olhar para a Lua e a falar com ela, a caminhar no campo, descalça e a falar com as árvores.

 

A meditação dirigida aos jovens tailandeses na gruta

 

Um destes dias, a propósito dos jovens tailandeses que ficaram presos na gruta, criou-se no Instagram, uma espécie de flashmob de meditação. Uma série de pessoas ali naquele momento, incluindo eu, e respondendo ao repto de uma senhora, tirámos uns momentos para meditar e enviar energias de sabedoria e cura para os jovens e para quem os tentava salvar. E lembrei-me da tal “cadeia de orações” que fazíamos na igreja.

A “cadeia de oração” e a meditação…. Há muitas diferenças, no objecto da crença, por exemplo, mas também há algumas coisas em comum:

 

Fé. Esperança. Energias em movimento.

 

Então, pensei em fazer uma meditação num determinado dia e convidar pessoas a juntar-se a mim, em espirito, com o objectivo de unir energias para o bem, para um propósito, seja o que for que esteja no coração de cada um.

 

Nem Sempre Zen – Meditaçao: Fé. Esperança. Energias em movimento

 

 

A meditação da Lua Nova

 

Dia 13 de Julho temos uma Lua Nova. Há um eclipse solar em CARANGUEJO, que é o meu signo.

Decidi fazer uma meditação profunda, em silêncio, nessa noite e lancei o convite no Instagram.

Houve pessoas que responderam de imediato, confirmando que àquela hora estariam também a meditar.

Dessas que responderam, há quem já medite há mais tempo do que eu, há pessoas com mais experiência e há as que são reikianas e têm uma percepção muito maior do que é trabalhar com energias.

Eu estou a aprender, sozinha, do zero, e tenho muito, mas muito para aprender, para recuperar, mas talvez também por isso a experiência se torne mais bonita.

Embora muitas vezes quando estou a meditar pense que, naquele momento, em todo o mundo há pessoas a fazer o mesmo, e sinto essa conexão, desta vez vou saber que aqui ao lado, perto de mim, no meu país, há pessoas que eu não conheço pessoalmente mas que estão unidas comigo em espírito, a meditar também.

 

Together we are stronger.

 

 


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