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Etiqueta: empoderamento feminino

Empoderamento feminino

 

 
Há mulheres que precisam adiar a gravidez por causa do trabalho e outras que não conseguem engravidar por causa do stress do trabalho.
 
Há mulheres que desempenham as mesmas funções que os homens mas auferem salários inferiores.
 
Sobre as mulheres pesa uma enorme responsabilidade e muitas são “obrigadas” a tomar medicação para aguentar dores porque não podem faltar ao trabalho. Outras têm de fazer uma ginástica mirabolante entre o cuidar da casa e dos filhos e o trabalho.
Tudo isto para evitar ficar em posição de desvantagem face aos homens.
 
Na verdade, o que se passa é que elas  ainda precisam esforçar-se mais para conseguir aquilo que aos homens é dado de bom grado e com toda a confiança do mundo.

As mulheres nunca deveriam ter de optar por isto ou aquilo. As mulheres deveriam poder fazer o que quisessem sem ter de fazer concessões, sem ter de escolher sem mãe ou empresária, bastava para isso que existissem, na sociedade, condições para tal acontecer.


Empoderamento no vazio

 
 
Quando vejo algumas “campanhas” para empoderar as mulheres vejo muitas vezes uma série de disparates que só servem para insuflar o ego de quem dá a cara mas que, na sociedade, de nada adianta às mulheres que tanto defendem.
 
Falar do empoderamento feminino sem ir ao fundo da questão não serve a nada nem a ninguém.
 
É necessário mais envolvimento na comunidade, através de associações, da prática de voluntariado ou de participação política – nem que seja simplesmente através do voto. Ou seja, mais acções práticas.
 
 
 
Nem Sempre Zen – Empoderamento feminino: “não pode haver verdadeiro progresso no que diz respeito aos direitos das mulheres até que certas leis sejam alteradas e um determinado tipo de proteção tenha lugar”
 
 
 
 

O direito de não ter de lutar todos os dias

 
“Fala-se muito de empoderamento, mas não pode haver verdadeiro progresso no que diz respeito aos direitos das mulheres até que certas leis sejam alteradas e um determinado tipo de proteção tenha lugar, de forma a que as mulheres estejam realmente seguras.
 
Mas, depois, para lá destes direitos essenciais – seja o direito de ir à escola ou o direito de chegar a casa em segurança –, há aspetos sobre os quais nunca chegamos a falar.
 
Refiro-me ao direito de não ter de lutar todos os dias. Ao direito de não ter de provar a cada momento que somos capazes, que somos fortes, que podemos trabalhar e educar os nossos filhos. Ao direito de não termos de estar a ser constantemente desafiadas. Ao direito de ser suaves. Tenho pensado muito na ideia de suavidade e a verdade é que, muitas vezes, não nos é dado esse espaço.”
 
 
 

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