Nem Sempre Zen

Ferramentas de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal

Nem Sempre Zen
Browsing:

Etiqueta: Autoconhecimento

Regras e rituais

 

Há por ai a correr um “meme” de uma bruxinha que diz “se eu quisesse regras, ia para a igreja

Essa frase diz muito da razão porque não consigo fazer rituais ponto por ponto, fazer rezos letra a letra ou seguir instruções para levar uma vida mais saudável.

Alias, nem uma porcaria de uma receita eu sigo passo a passo, quanto mais!

 

 

Nem Sempre Zen – Durante muito tempo, por não gostar de seguir regras e rituais, achei que era desleixada, pouco espiritual, pouco empenhada e que os outros eram melhores e mais dignos que eu.

 

 

Regras e rituais…

 

Sou realmente avessa a cumprir regras, excepto as de trânsito ou as que nos obrigam a pagar impostos, por uma questão de respeito e cidadania.

De resto, as obrigações ritualísticas e regras de comportamento a que fui sujeita enquanto membro e voluntária de uma igreja cristã evangélica tiraram-me a tesão toda para acordar religiosamente às 5 da manhã para meditar, ir 3 vezes por semana ao ginásio, cumprir um plano alimentar ou seguir os “10 passos para a iluminação”.

 

Durante uns tempos ainda me senti culpada por isso. Achei que era desleixada, pouco espiritual, pouco empenhada e que os outros eram melhores e mais dignos que eu.

Agora compreendo(me). Não é desleixo, nem falta de empenho ou ser melhor ou pior que os outros, é simplesmente experiência.

 

 

O que me ensinou a experiência?

 

A minha experiência de vida ensinou-me coisas que a outros não fazem sentido e deu-me ferramentas para lidar com situações que outros não conseguem.

A minha maneira (única) de SER e ESTAR na vida dá-me uma estaleca e compreensão do mundo que outros não têm.

E isto vale no sentido inverso! pois também tu terás experiências que te ensinaram e trouxeram formas de lidar com as situações da vida de maneira única.

 

Por isso reitero…  Práticas “chapa 5” para toda a gente porque “é assim senão não faz efeito” são sem sentido e um engano para o coração.

Tudo na vida são orientações ou ideias para te inspirar, depois quem te rege é a tua bússola interna.

Ouve-a e segue-a, sem medo e sem culpa.

 

 


Ferramentas de autoconhecimento

Para termos um bom conhecimento de nós, precisamos ter igualmente consciência do que somos.

Durante milhares de anos, filósofos, escritores, alquimistas e neurocientistas, entre tantos outros pensadores, buscaram o conhecimento da natureza do ser humano e de si mesmos.

Neste artigo falo de forma breve sobre algumas ferramentas de autoconhecimento, assunto que irei desenvolver mais aprofundadamente nos próximos tempos.

 

 

 

Nem Sempre Zen – Para termos um bom conhecimento de nós, precisamos ter igualmente consciência do que somos.

 

 

Como é que eu me conheço?

 

Há quem refira que a primeira coisa a fazer é desligarmo-nos dos julgamentos alheios.

Depois, deveremos pensar naquilo que nos define: do que gostamos e não gostamos em nós? quais são os nossos traços mais marcantes? quem sou eu no meu grupo de amigos?

É bom também termos consciência dos acontecimentos de vida que nos moldaram – nem sempre temos noção do impacto que certas situações tiveram em nós, por isso recorrer a psicoterapia é sempre uma boa opção.

 

Dica: Se quiseres explorar mais sobre este assunto, podes ler o artigo no qual me inspirei aqui.

 

 

Ferramentas de autoconhecimento

 

Fazer journaling, meditar ou aprender uma língua nova são formas de sair da comfort zone mas são também ferramentas importantes de autoconhecimento.

Desta forma, tens uma visão daquelas que são as tuas forças e fraquezas, de maneira a poderes trabalhá-las.

Outras ferramentas usadas actualmente, mais ligadas ao lado espiritual, são o Tarot, a meditação, o Reiki e a prática de Yoga.

 

 

Ferramentas que eu utilizo

 

  • Escrita, introspecção, psicoterapia, e muitas leituras e estudo;
  • Muita comunicação com o outro, com amigos que estão na “mesma onda” mas também com aqueles de desafiam as nossas crenças (é um bom exercício, acredita!);
  • Trabalhar com cartas (tarot e outros oráculos) tem sido um exercício fundamental e extremamente útil. Falarei melhor sobre isto em breve;
  • O Reiki, que é uma prática que me que me obriga a acalmar e a viver no momento presente;
  • O Yoga, no entanto, foi, no inicio da minha caminhada rumo ao desenvolvimento espiritual, aquela tool que mais me abriu os olhos para o mundo além material;
  • E, claro, a Meditação, que é o meu maior mestre, que me faz ir ao fundo de mim,

 

 

Consciência de mim (de nós)

 

Apesar de todas as práticas que descrevi, há uma que é essencial, como uma chave mestra.

Os nossos pensamentos e atitudes, bem como a consciência crítica que temos sobre eles, são, na minha opinião, a nossa maior ferramenta de autoconhecimento.

Quando esta capacidade de análise e introspecção não existe, não há cristais, Reiki, Tarot ou psicoterapia que nos valha.

Porque tudo, tudo está em nós.

 

 


Cada um com o seu talento

Long story short…

 

Quando comecei a praticar yoga iniciei também a prática de meditação e, em consequência disso, tem vindo a dar-se no meu coração uma transformação espiritual (acredita que ao longo da vida tenho ido do 8 ao 80!).

 

Cada um com o seu talento

 

TalentoAptidão natural ou adquirida ; Engenho, disposição, habilidade

 

O momento em que comecei a por os olhos em determinadas leituras deu-me assim uma coisinha má!

Queria meter a mão na massa em todas as áreas!

Fazer óleos e incensos, podcasts de meditação, estudar ervas para fazer chás e outras mezinhas, enfim, queria fazer um crash course  em bruxaria natural! (chama-se entusiasmo ahahah)

 

 

Nem Sempre Zen – O momento em que comecei a por os olhos em determinadas leituras quis meter a mão na massa em tudo!

 

Depois percebi que (obviamente!) não posso querer fazer tudo. Até porque não tenho tempo.

O que fazer, então, com todo esse entusiasmo?

 

(mais…)


error: