Nem Sempre Zen

Desenvolvimento Pessoal & Espiritualidade by Patrícia Zen

Nem Sempre Zen

Pensa sempre. Inútil é não pensar.

Nem Sempre Zen – Pensa sempre. Inútil é não pensar.

Para começo de conversa, pense sempre, pense muito e coloque isso na cabeça: a curiosidade do mundo não tem limites. Somos todos absolutamente carentes de informações.  

Apesar de muitos saberem muito sobre muitas coisas, ninguém sabe tudo de tudo.  

Pense muito e pense bem nisso. Aliás, pense nisso e naquilo. Pense a quilo. Pense às toneladas, pense aos montes. 

Pensar é o caminho. Pensar nos porquês da vida, nas questões do mundo, no valor das coisas ou o pouco valor que as coisas possam ter.  

texto de Edgard de Oliveira Barros 

Este texto é de um professor de Jornalismo, em resposta a uma das questões mais colocadas pelos seus alunos: sobre o que escrever

Pensa nos “porquês”

Tomo a liberdade de aplicar a mesma ideia ao meu e ao teu processo de auto conhecimento: Pensa, pensa bem, pensa nos porquês da vida. 

Vamos voltar à criancice e perguntar “porquê” de minuto a minuto. Vamos voltar à adolescência e questionar tudo.  

Vamos ser jornalistas da nossa mente e dos nosso sentimentos e perguntarmos a nós próprios: porquê? 

Desenvolver a imaginação e o espírito crítico

Toda a gente acha que sabe muito mas embora saibamos muito de muita coisa, não sabemos tudo.

Vivemos num mundo que acredita ter respostas para tudo e, por isso, esquecemos de questionar a vida através do nosso olhar pessoal.

Nós estamos constantemente à procura que o outro nos dê as respostas (certas ou erradas), ao invés de as procurarmos por nós mesmos.

Vamos aos poucos destruindo o nosso espírito crítico, o pensamento analítico, aquele que imagina, que questiona, que inventa, que fracassa e volta a tentar à procura da solução.

Que seria do nosso mundo se os grandes filósofos e inventores não tivessem ousado pensar?!

Nem Sempre Zen – “Olhe para o céu, olhe para a frente, olhe para os lados, olhe para o chão e pense em cada detalhe que você viu”

Olhe para o céu, olhe para a frente, olhe para os lados, olhe para o chão e pense em cada detalhe que você viu.

Pense nas estrelas, na lua, nas nuvens. Que diabos fazem as nuvens penduradas lá no céu? Quem as segura lá?  

E essa lua prateada e envolvente que tantas paixões despertou em tanta gente e em tantos poetas? O que faz a lua nesse contexto todo? 

Aposto que milhões de pessoas gostariam de ouvir explicações sobre essas questões que aparentemente não passam de grandes bobagens.  

Cultura inútil, como dizem os inúteis.  

Cultura nunca é inútil. Inútil é não pensar.  

texto de Edgard de Oliveira Barros 

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Patrícia ZenJoana Silva Recent comment authors
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Joana Silva
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Digo isso algumas vezes: “voltei à idade dos porquês”, e se inicialmente o dizia na brincadeira, cada vez mais dou por mim a reflectir acerca disso e a notar que realmente é verdade. Ainda hoje pensei nisto. Muito bom artigo

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