Nem Sempre Zen

Autoconhecimento e Desenvolvimento Pessoal by Patrícia Zen

Nem Sempre Zen

Desafio – Ultrapassar momentos “nem sempre zen”

Tenho estado a tirar mais tempo para mim, a fim de viver os meus processos internos, estudar e meditar, ao mesmo tempo que estou com alguns desafios profissionais que me ocupam bastante. Por essa razão, não tenho tido tanta disponibilidade para escrever.

Como tenho sentido esta casa um pouquinho “vazia”, resolvi convidar pessoas que queiram partilhar as suas vivências a escrever no “Nem Sempre Zen“.

Nem Sempre Zen – Todos podemos beneficiar das experiências pessoais dos nossos companheiros de viagem

Tive a ideia de desafiar as pessoas que me seguem no Instagram a escrever uma palavra que definisse a forma como ultrapassam os seus momentos “nem sempre zen”, aqueles momentos que nos deixam os cabelos em pé e nos fazem repensar, reavaliar e questionar tudo.

O objectivo era escolher 5 pessoas para escreverem um artigo para o site.

Mas a resposta ao desafio foi tão surpreendente que decidi enviar o convite a mais dos que as 5 pessoas que inicialmente tinha pensado escolher.

Quero muito abrir este espaço a almas de diferentes idades e vivências, para partilhar as suas experiências pessoais. E confesso que estou curiosa.

No fundo, todos nós acabamos por beneficiar com o relato de outros pois há sempre algo com que nos relacionamos ou que podemos aprender.

A primeira pessoa a contar um pouco de si é o César da Costa Lima, a quem muito agradeço as palavras e o ter aceite o meu convite.

O César designa-se como adepto da modalidade de surf e humilde estudante do mar, mares e ondas.

Surfar o desafio – uma metáfora da vida

Por César da Costa Lima

De vez em quando chegam aqueles momentos em que somos confrontados com umas ondas gigantescas.

Ao observá-las erguendo-se na nossa frente, na sua imensidão e intensidade, sabemos que seremos atingidos pela Mãe Natureza com toda a sua força e poder, tal e qual como se fossemos enfiados dentro duma máquina de lavar a roupa (e envolvidos no turbilhão.).

Neste “wipeout” que se segue, logo quando as ondas nos caem em cima e sentimos que vamos ser engolidos pelo medo, pelo pânico e pelo desespero, é precisamente neste momento que temos que nos desafiar a nós próprios, virar o acontecimento de pernas para o ar e assim encontrar a nossa força, a paz e a esperança, pois existe sempre uma luz ao fundo do túnel.

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