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Nem Sempre Zen

By Patrícia Zen: Desenvolvimento Pessoal | Ser Feliz | Vida Saudável

Nem Sempre Zen
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Categoria: Ser Feliz

Hel – Abraçar o lado sombra (I)

Abraçar o lado sombra

 

Hel é uma divindade da Mitologia nórdica, cujo nome significa “aquele/a que se esconde”, por esse motivo quero falar sobre o acto de abraçar o lado sombra.

Abraçar o lado sombra mais não é do que acarinhar aquele nosso lado feio, desagradável, que teimamos em esconder – para os outros e para nós próprios.

 

Hel teria sido uma criatura terrífica de se olhar. Dizem que parte do seu corpo tinha os ossos expostos.

 

Nem Sempre Zen – Representação de Hel: The veil of Death by artist Chris Ortega

 

 

Sendo uma das filhas de Loki – o deus do engano – o supra sumo Odin achou que era melhor manter Hel debaixo de olho e assim ela ficou a viver em Asgard,

Mas a sua terrível aparência  fazia com que as pessoas a evitassem e então ela pediu a Odin que a deixasse ir para o Submundo,

 

 

Those who are excluded for being socially unnacceptable revert more do exploring the inner realms. This means they’re not affraid of being in the dark, for they have seen the darker side of human nature and learned to process their own fears.

[Hel] knows (…) that if we don´t express the landscape of darker thoughts and feelings, we will be lost in limbo, neither fully alive nor dead.

 

In Goddess Wisdom by Tanishka (Hay House Books, 2017)

 

 

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Regressar das férias e ter uma razão de viver

Regressar das férias e ter uma razão de viver – O que é que uma coisa tem que ver com a outra?

 

Regressar de férias

 

No início da semana conversava com uma moça acerca das caras rabugentas de fim de férias. Ela, que quase teve um acidente logo na 2ª feira de manhã, dizia que as pessoas parece que vêm doidas.

Não me admira, tendo em conta que, aposto, a maioria não está satisfeita com o trabalho que tem e por isso é tão resistente a esta época de final de férias e regresso ao trabalho.

 

 

Nem Sempre Zen – O regresso ao trabalho após as férias  (photo Pexels.com)

 

 

 

Faz-me pensar um pouco numa coisa que escrevi há uns meses, sobre ir “desopilar” para desligar do mundo, que se aplica ao regresso das férias:

 

 

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Assumir a responsabilidade

Nada te cai no colo facilmente, muitas vezes tens de penar para alcançar a estabilidade que desejas.

É certo que há pessoas a quem parece que a vida estende um tapete vermelho e diz: vai.

Mas para o comum dos mortais a coisa não é bem assim. Há escolhas a ser feitas, decisões a ser tomadas e provavelmente algumas noites sem dormir.

 

 

Nem Sempre Zen – Assumir a responsabilidade é ser adulto

 

 

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Aos novos pais – Educar crianças saudáveis

 

 

Aos novos pais, que estão a educar crianças saudáveis

 

Aos novos pais

 

Vocês são fantásticos!

Os vossos filhos vão crescer numa época em que se está, aos poucos, a voltar a atenção para uma vida mais natural, mais verdadeira.

Eles vão poder crescer sendo guiados por seres humanos conscientes, que se esforçam por lhes proporcionar o melhor acompanhamento possível.

Os vossos filhos vão poder andar com os pés descalços na terra e dar asas à criatividade, sem culpas, sem repreensões.

 

 

É difícil para vocês lidar com as opiniões alheias sobre a educação e a alimentação dos vossos pequenos mas… pais, coragem!

Estão a criar um ser capaz de raciocinar por si próprio e de se expressar de forma assertiva num mundo em que habitualmente se educam pessoas para seguir regras e não para pensar.

Pais, vocês estão a dar um exemplo de persistência, a mudar mentalidades e sobretudo a amar muito essa criança que, dizem alguns, vos escolheu.

 

 

Nem Sempre Zen – Ajudem os vossos filhotes a voar com segurança, com confiança neles próprios e a fazer escolhas saudáveis

 

 

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A deusa que há em ti – Parte II

 

Este artigo é a continuação da minha reflexão sobre o ser mulher e porque razão nunca me senti feminina.

 

 

A descoberta do Sagrado Feminino

 

Começar a desbravar caminho

 

Depois daquela aula de yoga, que lançou a luz sobre a minha suposta falta de feminilidade, fiquei com curiosidade em abordar a temática mais a fundo.

O primeiro passo seria perceber o porquê e isso começava a ser claro e o passo seguinte era procurar formas de recuperar esse sentimento em mim.

 

Não me entendam mal, eu estive apaixonada e fui desejada mas o que vem de fora, do outro, é sempre diferente daquilo que percepcionamos internamente, certo? De certeza que em algum momento da tua vida sentiste o mesmo.

 

A Patrícia cá por dentro não se sentia mulher o suficiente porque em primeiro lugar as mulheres da sua vida não tiveram tempo para o ser e passaram uma imagem desadequada e em segundo lugar porque sabia que não estava a cumprir com as expectativas da sociedade e não sabia como corresponder a isso, sem comprometer a minha essência.

 

 

Nem Sempre Zen – A deusa que há em ti: o que é o feminino?

 

 

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