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Nem Sempre Zen

By Patrícia Zen: Desenvolvimento Pessoal | Ser Feliz | Vida Saudável

Nem Sempre Zen
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Categoria: Ser Feliz

É fácil ser zen quando vives isolado

 

É fácil ser zen quando vives isolado, sem ninguém à tua volta e sem barulho.

 

Um dos maiores desafios da nossa vida é manter a calma

 

Manter a calma e ser zen quando estás rodeado de colegas tagarelas e falsos, de chefes que cinicamente te dão palmadinhas nas costas, de familiares com personalidades narcisistas e amigos egoístas.

Viver na cidade com a poluição, o trânsito, as pessoas desvairadas que andam a direito, sem ver nada à sua frente e ter uma atitude zen… é dose!

É complicado manteres uma atitude serena de forma permanente porque, convenhamos, há desafios diários que nos testam a paciência e a calma de uma maneira atroz.

 

 

 

Nem Sempre Zen – É facil ser zen quando se vive isolado

 

 

 

Os desafios de ser zen num mundo caótico

 

Durante o verão passado aconteceu-me isto….  “passei-me da marmita” porque estava tranquilamente a estacionar o carro e alguém com muita pressa não quis esperar que eu corrigisse a manobra e desatou a buzinar (na verdade, parece-me que isto agora é moda).

O outro carro passou por mim e desapareceu rapidamente e eu fiquei a gritar sozinha porque me irritou a falta de paciência e a incompreensão da outra pessoa quando eu nem sequer estava na via a perturbar o transito!

Gritei, disse asneiras, bati com a mão no volante! …

Enfim, um espectaculozinho decadente…

 

Depois, obviamente fiquei com vergonha e a sentir-me mal comigo própria por ter tido uma explosão daquelas.

 

 

Perceber o que despoletou o momento “nem sempre zen”

 

Eu sei qual foi o gatilho para aquela reacção explosiva.

Naquele momento estava stressada por causa de uma pessoa de família muito próxima que tem uma forma de comunicar passivo-agressiva.

Como estava a tentar digerir a situação e não ligar muito ao assunto, acumulei aquela agressividade dentro de mim, que depois se veio a manifestar quando a outra pessoa me buzinou sem razão alguma.

 

 

Nem Sempre Zen – Como é que se mantém a calma no meio da confusão?

 

 

Manter a calma no meio do furacão

 

Como é que se mantém a calma no meio da confusão?

Nem todos podemos viver isolados, portanto mais vale aprender a lidar com isto de forma adequada.

 

  1. Em primeiro lugar percebes que estás no bom caminho quando acontece uma coisa semelhante ao que relatei e tu já não te identificas com aquele comportamento;
  2. Se deste espectáculo olha, paciência. Respira fundo umas quantas vezes e retoma o que estavas a fazer, sem stress;
  3. Deves tentar perceber o que é que está a incomodar-te e que faz despertar a fera que há em ti. Tudo tem uma razão de ser;
  4. Não ignores esse teu mau feitio, é teu. No entanto, podes tentar melhora-lo e usá-lo de uma forma mais adequada e produtiva;
  5. Se os outros não são gentis, generosos e educados, sê tu gentil, generoso e educado. Faz a diferença.

 

 

Abraço companheiro,

Patrícia (nem sempre) Zen

 

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Como fazer as escolhas certas?

Como fazer as escolhas certas?

Como saber se as decisões que tomo são realmente o melhor para mim?

 

 

 

Nem Sempre Zen – como saber se as minhas escolhas são realmente o melhor para mim?

 

 

Fazer escolhas sem arrependimentos é a minha lição nº 1 para a vida

 

Como fazer as escolhas certas? Fazê-las sem arrependimentos.

Se são realmente as certas? Sim, não, às vezes, não sei…

 

Eu podia dar mil e um exemplos pessoais – alias, escrevi alguns e depois apaguei tudo.

Porquê?

Porque há coisas que são tão nossas e que mexem connosco de uma maneira tão própria que não é justo nem para mim nem para ti eu usar as minhas experiências como exemplo.

Mas, se pensar bem, nem é preciso pois tu também já deves ter a tua conta de escolhas que não sabes se foram certas ou erradas.

 

 

Eu diria assim…

 

  • Não deixes para os outros a responsabilidade de decidir a tua vida;
  •  Sê fiel à tua natureza e o que fizeres faz sem arrependimentos;
  • A vida é aprendizagem e se a coisa der para o torto também se aprende com esses erros e “más” escolhas;
  • “Más escolhas” são lições de vida, encara isso de forma positiva;
  • Lembra-te que viver a vida a pensar nos “ses” não muda o passado;
  • No fim de tudo, sabes que deste o teu melhor porque tomaste a decisão que era possível e que te fazia sentido naquele exacto momento.

 

Keep it cool.

 

Abraço companheiro,

Patrícia (nem sempre) Zen

 

 

 

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Hel – Abraçar o lado sombra (II)

 

 

Todo mundo tem uma sombra e quanto mais escondida ela está da vida consciente do indivíduo, mais escura e densa ela se tornará. De qualquer forma, é um dos nossos piores obstáculos, já que frustra as nossas ações bem intencionadas.”
Carl Jung

 

 

As nossas máscaras sociais

 

 

Todos nós temos várias facetas, como máscaras que usamos: uma para o nosso emprego, outra para os amigos, para a família, para os colegas do ginásio e até para as redes sociais.

 

 

 “A sombra contém personagens essenciais do guião da nossa vida. O nosso trabalho é aprender com a sombra, integrá-la e permitir-lhe que faça evoluir o nosso pensamento e que expanda os limites da persona que criámos.”

In “A luz e a Sombra” by Debbie Ford (Lua de Papel, 2010)

 

 

Nem Sempre Zen – Abraçar o lado sombra é reconhecer as máscaras conscientes e inconscientes

 

 

 

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Hel – Abraçar o lado sombra (I)

Abraçar o lado sombra

 

Hel é uma divindade da Mitologia nórdica, cujo nome significa “aquele/a que se esconde”, por esse motivo quero falar sobre o acto de abraçar o lado sombra.

Abraçar o lado sombra mais não é do que acarinhar aquele nosso lado feio, desagradável, que teimamos em esconder – para os outros e para nós próprios.

 

Hel teria sido uma criatura terrífica de se olhar. Dizem que parte do seu corpo tinha os ossos expostos.

 

Nem Sempre Zen – Representação de Hel: The veil of Death by artist Chris Ortega

 

 

Sendo uma das filhas de Loki – o deus do engano – o supra sumo Odin achou que era melhor manter Hel debaixo de olho e assim ela ficou a viver em Asgard,

Mas a sua terrível aparência  fazia com que as pessoas a evitassem e então ela pediu a Odin que a deixasse ir para o Submundo,

 

 

Those who are excluded for being socially unnacceptable revert more do exploring the inner realms. This means they’re not affraid of being in the dark, for they have seen the darker side of human nature and learned to process their own fears.

[Hel] knows (…) that if we don´t express the landscape of darker thoughts and feelings, we will be lost in limbo, neither fully alive nor dead.

 

In Goddess Wisdom by Tanishka (Hay House Books, 2017)

 

 

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Regressar das férias e ter uma razão de viver

Regressar das férias e ter uma razão de viver – O que é que uma coisa tem que ver com a outra?

 

Regressar de férias

 

No início da semana conversava com uma moça acerca das caras rabugentas de fim de férias. Ela, que quase teve um acidente logo na 2ª feira de manhã, dizia que as pessoas parece que vêm doidas.

Não me admira, tendo em conta que, aposto, a maioria não está satisfeita com o trabalho que tem e por isso é tão resistente a esta época de final de férias e regresso ao trabalho.

 

 

Nem Sempre Zen – O regresso ao trabalho após as férias  (photo Pexels.com)

 

 

 

Faz-me pensar um pouco numa coisa que escrevi há uns meses, sobre ir “desopilar” para desligar do mundo, que se aplica ao regresso das férias:

 

 

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