Nem Sempre Zen

Desenvolvimento Pessoal & Espiritualidade by Patrícia Zen

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Categoria: Nem Sempre Zen

A deusa que há em ti – parte I

A deusa que há em ti é a deusa que há em mim.

Podemos ser mais diferentes do que uma caneta é de uma concha mas somos ambas sagradas, somos mulheres.

 

 

Nem Sempre Zen – A deusa que há em ti

 

 

O reconhecimento da Mulher

 

Nos últimos tempos temos assistido a um crescente de informação sobre “A deusa” e o “Sagrado Feminino”.

Desde que o livro “O Código Da Vinci” foi lançado, por volta de 2003, que o interesse acerca da posição das mulheres na religião, na história e na sociedade aumentou exponencialmente.

Sobretudo aumentou, nas próprias mulheres, o sentimento de auto estima e de mais valia que lhes faltava. Finalmente havia na história (ficcionada ou não…) da literatura mais mainstream, uma mulher ao nível de um homem tido como poderoso.

 

Claro que em algumas culturas isto da igualdade entre mulheres e homens sempre existiu.

Sempre houve sacerdotisas, bruxas, curandeiras, mães de santo, guerreiras e estrategas, entre outras, a assumir um lugar de destaque nas suas respectivas comunidades,

Assim como sempre houve professoras, mães, enfermeiras, donas de casa e costureiras, etc, que foram importantes e se destacaram na sua arte. Só que ninguém as valorizava, muito por causa da forte influencia patriarcal e religiosa que existia (…existe?) no nosso país.

Enfim, nada de novo, certo?

As mulheres sempre tiveram conscientes do seu poder mas pouco, ao longo da nossa história recente, o puderam expressar nem tão pouco foram reconhecidas por isso.

 

 

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Desenvolvimento pessoal – Aprender, mudar e realizar

Em 8 meses de “Nem Sempre Zen” percebo que a aventura para perder peso, conceito inicial deste projecto, se tornou um percurso de desenvolvimento pessoal.

 

O processo de transformação física revelou-se muito mais do que isso e deve-se, sobretudo, aos contactos informais que fui fazendo nas redes sociais e que me levaram a pesquisar temas associados ao desenvolvimento pessoal, espiritualidade e consciência colectiva.

 

 

Nem Sempre Zen – Desenvolvimento pessoal, mudar é preciso

 

 

Por esse motivo, a temática do “Nem Sempre Zen” passará a incluir também abordagens ao meu próprio crescimento pessoal.

 

 

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Salada de cuscuz à moda de Marrocos

Esta salada de cuscuz à moda de Marrocos (ou salada marroquina como lhe chamamos cá em casa) é uma receita simples de confeccionar, que pode ser um prato principal ou acompanhamento de pratos de carne.

É uma salada inspirada na cozinha marroquina e é simplesmente deliciosa!

 

Uma receita de salada que pode ser prato principal ou acompanhamento

 

4 porções

Salada de cuscuz à moda de Marrocos

Esta é a minha adaptação da receita original de Brigit L. Binns. O original utiliza caldo de galinha e somente pimento verde e salsa. Eu troquei o caldo de galinha pelo de legumes e acrescentei pimento vermelho (fica mais alegre!) e coentros.

30 min

30 min

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Ingredientes

  • Azeite - 60 ml mais 1 colher de sopa
  • Cebola - 1 branca
  • Alho - 2 dentes picados
  • Caldo de legumes - mais ou menos 2 conchas retiradas ao caldo da sopa de legumes
  • Sal e pimenta - a gosto
  • Cuscuz instantâneo - 280 gr
  • Grão de bico - lata aproximadamente 470 gr
  • Pimento vermelho - 1 metade
  • Pimento verde - 1 metade
  • Azeitonas picadinhas - a gosto
  • Sumo de 1 limão
  • Salsa e coentros picados
  • Opcional: amêndoa tostada para salpicar por cima

Como fazer

  • Preparar o cuscuz - Aquecer 1 colher de sopa de azeite numa caçarola em lume médio e acrescentar a cebola até amaciar. Adicionar o alho e deixar refogar durante mais 1 minuto. Juntar o caldo de legumes, o sal e a pimenta e deixar levantar fervura. Colocar o cuscuz num recipiente tipo taça e deitar o caldo por cima até cobrir. Mexer gentilmente com um garfo e tapar durante 5 minutos.
  • Preparar a salada - Soltar o cuscuz com um garfo e acrescentar o grão de bico (passado previamente por água), os pimentos, as azeitonas, o sumo do limão, a salsa e os coentros e envolver com 60 ml de azeite.
  • Depois é só provar e corrigir o sal e a pimenta, se necessário.
7.8.1.2
5
http://www.nemsemprezen.pt/salada-de-cuscuz-a-moda-de-marrocos/

 

Bom apetite!!

 

 

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Exercício físico com estilo e sem gastar muito dinheiro

 

Fazer exercício físico com estilo e sem gastar muito dinheiro é simples.

Eu sempre gostei de praticar desporto e sou daquelas doidas que adora suar no ginásio. Em criança fiz ginástica, natação, depois joguei voleibol na equipa da escola preparatória e no liceu frequentei a área de Desporto.

 

Nota 1: O meu desporto preferido, porém, era subir às árvores e saltar muros ahah

 

Nem Sempre Zen – É possível fazer exercício físico sem gastar muito dinheiro

 

 

A primeira batalha contra o excesso de peso

 

Há uns 20 anos atrás também estava com peso a mais e resolvi a situação frequentando o ginásio, onde fazia cardio e body combat.

 

Cerca de dois anos (e menos 6 Kgs) depois deixei de ter tempo para ir para o ginásio após o trabalho porque decidi ir estudar à noite.

 

Nota 2: Fiz a licenciatura e o mestrado no pós laboral portanto, entre o sair do trabalho, apanhar comboio, metro, andar do Campo Grande à faculdade e repetir o processo no sentido inverso à 1 da manhã, digamos que já era ginástica que chegasse…

 

 

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A Lua e as Luas

Lua Cheia no coração e o coração cheio de Luas.

 

A Lua

 

Nasci em Julho, signo Caranguejo, sob a regência da Lua.

Toda a minha vida fui sensível aos seus movimentos: conheço o meu humor numa determinada lua e compreendo os seus efeitos no meu corpo.

Um dia alguém escreveu que não era possível que sentíssemos os efeitos da Lua, pois os tais 70% de água que temos no nosso corpo não eram suficientes para provocar sensações ou alterações tal como nas marés.

Fiquei convencida que se tratava se um mito.

Mas não deixei de ver a Lua como a minha eterna amiga e confidente. Falámos muitas vezes, ela foi luz e mestre do meu espírito.

 

E afinal, a influência da lua no corpo humano até pode fazer algum sentido:

 

Toda vez que ocorre a subida nas águas, sabemos que a lua atingiu o ponto mais alto do céu em relação a um determinado ponto da terra. Isso identifica que a lua está onde a água é mais atraída, ao ponto de aumentar de volume e se acumular. Assim, formam-se as marés.

Talvez pouca gente perceba, mas nós humanos também somos influenciados pela porção 70% de água que somos. Todos nossos líquidos corporais possuem as suas próprias marés.
Somos compostos internamente por água e possuímos em comum uma força interna que a expande, retrai e muda de posição, no mesmo ritmo e tempo das marés apresentadas pelos rios, mares e oceanos.

A Lua no organismo

 

 

 

Nem Sempre Zen – 27 de Julho 2018 – Full Moon Meditation

 

As Luas

 

Há planetas que têm várias Luas a gravitar ao seu redor.

Eu também tenho as minhas Luas.

Algumas estão distantes fisicamente mas presentes no coração e outras ainda são conhecimentos travados num mundo virtual.

Algumas destas Luas são inspirações diárias, quando leio o que escrevem, quando abrem o coração e expõem as suas inseguranças, as suas vitórias ou quando generosamente partilham os seus conhecimentos.

 

São aquelas presenças que me rodeiam, a maior parte das vezes sem o saberem, que aquietam o meu coração, dão conselhos ou uma palavra que me anima e puxa para cima.

 

As Luas que enchem o meu coração são presenças mágicas e companheiras que fazem parte do meu desenvolvimento pessoal.

Apesar de subsistirem questões e muitas dúvidas, já encontrei algumas respostas. E aquilo que não sei, saberei no tempo certo.

 

É com algumas destas Luas que partilho mais um momento especial de meditação na próxima 6ª feira, dia 27 de Julho.

Vamos unir energias e celebrar mais uma Lua Cheia, mais uma noite que vivemos e pela qual estamos gratas.

 

 

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