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Nem Sempre Zen

By Patrícia Zen: Desenvolvimento Pessoal | Ser Feliz | Vida Saudável

Nem Sempre Zen
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Categoria: Nem Sempre Zen

Infusões para dias “nem sempre zen”

 

Dias “nem sempre zen“….

Não podemos escapar a estes momentos, eles fazem parte de nós e do nosso dia a dia.

Mas não nos dominam.

 

E por isso convidei a Joana Silva, do site Terapias D’Alma, a cozinhar uma receita, baaseada na Ayurveda, para nos ajudar a superar os dias “nem sempre zen.”

E… guess what?

Ela fez melhor ainda, trouxe-nos não uma…. mas três receitinhas maravilhosas!

Enjoy!

 

 

Nem Sempre Zen – Sugestões de Infusões para superar dias daqueles…

 

 

 

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É fácil ser zen quando vives isolado

 

É fácil ser zen quando vives isolado, sem ninguém à tua volta e sem barulho.

 

Um dos maiores desafios da nossa vida é manter a calma

 

Manter a calma e ser zen quando estás rodeado de colegas tagarelas e falsos, de chefes que cinicamente te dão palmadinhas nas costas, de familiares com personalidades narcisistas e amigos egoístas.

Viver na cidade com a poluição, o trânsito, as pessoas desvairadas que andam a direito, sem ver nada à sua frente e ter uma atitude zen… é dose!

É complicado manteres uma atitude serena de forma permanente porque, convenhamos, há desafios diários que nos testam a paciência e a calma de uma maneira atroz.

 

 

 

Nem Sempre Zen – É facil ser zen quando se vive isolado

 

 

 

 

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Em busca da Rosa Azul [meditação]

Pegando numa ideia de um capítulo do livro da psicóloga e escritora Patricia Gebrim, proponho fazer uma meditação em busca da Rosa Azul, com o objectivo de nos reconciliarmos com o nosso “Eu Superior”.

 

Nem Sempre Zen – Em busca da Rosa Azul (photo pexels.com)

 

 

Reencontrar o “Eu Superior”

 

No seu livro “Enquanto escorre o tempo”, há um capítulo dedicado à Rosa Azul.

A Patricia fala-nos do “Eu Superior” que é como um guia, a nossa luz, força e coragem e que muitas das vezes é desprezado porque duvidamos da sua existência.

Então ela compara o “Eu Superior” a uma Rosa Azul – que na verdade só existe se acreditarmos nela.

Onde está esse eu superior quando me sinto mal, quando passo por provações, quando os meus limites são testados?” Perguntas tu.

A resposta é: Está aí dentro de ti. Basta acreditares.

 

 

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Regressar das férias e ter uma razão de viver

Regressar das férias e ter uma razão de viver – O que é que uma coisa tem que ver com a outra?

 

Regressar de férias

 

No início da semana conversava com uma moça acerca das caras rabugentas de fim de férias. Ela, que quase teve um acidente logo na 2ª feira de manhã, dizia que as pessoas parece que vêm doidas.

Não me admira, tendo em conta que, aposto, a maioria não está satisfeita com o trabalho que tem e por isso é tão resistente a esta época de final de férias e regresso ao trabalho.

 

 

Nem Sempre Zen – O regresso ao trabalho após as férias  (photo Pexels.com)

 

 

 

Faz-me pensar um pouco numa coisa que escrevi há uns meses, sobre ir “desopilar” para desligar do mundo, que se aplica ao regresso das férias:

 

 

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A deusa que há em ti – Parte II

 

Este artigo é a continuação da minha reflexão sobre o ser mulher e porque razão nunca me senti feminina.

 

 

A descoberta do Sagrado Feminino

 

Começar a desbravar caminho

 

Depois daquela aula de yoga, que lançou a luz sobre a minha suposta falta de feminilidade, fiquei com curiosidade em abordar a temática mais a fundo.

O primeiro passo seria perceber o porquê e isso começava a ser claro e o passo seguinte era procurar formas de recuperar esse sentimento em mim.

 

Não me entendam mal, eu estive apaixonada e fui desejada mas o que vem de fora, do outro, é sempre diferente daquilo que percepcionamos internamente, certo? De certeza que em algum momento da tua vida sentiste o mesmo.

 

A Patrícia cá por dentro não se sentia mulher o suficiente porque em primeiro lugar as mulheres da sua vida não tiveram tempo para o ser e passaram uma imagem desadequada e em segundo lugar porque sabia que não estava a cumprir com as expectativas da sociedade e não sabia como corresponder a isso, sem comprometer a minha essência.

 

 

Nem Sempre Zen – A deusa que há em ti: o que é o feminino?

 

 

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