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Nem Sempre Zen

By Patrícia Zen: Desenvolvimento Pessoal | Ser Feliz | Vida Saudável

Nem Sempre Zen
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Categoria: Meditação

Balanço do ano 2018

 

Balanço do ano 2018: Neste artigo faço um resumo de um ano fantástico, que foi diferente em muitos aspectos daquilo que tem sido o meu “normal” mas… faço também uma proposta.

 

 

Nem Sempre Zen – Balanço do ano 2018

 

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Em busca da Rosa Azul [meditação]

Pegando numa ideia de um capítulo do livro da psicóloga e escritora Patricia Gebrim, proponho fazer uma meditação em busca da Rosa Azul, com o objectivo de nos reconciliarmos com o nosso “Eu Superior”.

 

Nem Sempre Zen – Em busca da Rosa Azul (photo pexels.com)

 

 

Reencontrar o “Eu Superior”

 

No seu livro “Enquanto escorre o tempo”, há um capítulo dedicado à Rosa Azul.

A Patricia fala-nos do “Eu Superior” que é como um guia, a nossa luz, força e coragem e que muitas das vezes é desprezado porque duvidamos da sua existência.

Então ela compara o “Eu Superior” a uma Rosa Azul – que na verdade só existe se acreditarmos nela.

Onde está esse eu superior quando me sinto mal, quando passo por provações, quando os meus limites são testados?” Perguntas tu.

A resposta é: Está aí dentro de ti. Basta acreditares.

 

 

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Como meditar?

Ultimamente fazem-me muito esta pergunta: Como meditar?

E eu sinceramente não sei muito bem o que responder porque além de não conhecer técnicas de meditação a fundo, sou adepta do freestyle: do it as it pleases you,

 

No entanto, compreendo a questão.

Para quem nunca meditou e vai à procura de informação ao tio Google ou a algumas contas de redes sociais, pode ainda ficar mais confuso porque ele são mantras, ele são pedras, ele são incensos, ele são tapetes e roupas e japamalas…. enfim…

… PARECE realmente ser uma coisa do outro mundo MAS NÃO É!

 

Geralmente aconselho quem me procura a encontrar uma app que auxilie nesse processo, através de meditações guiadas.

Outra sugestão que posso dar é a leitura do livro A Arte da Meditação, que explica muito bem o porquê, sobre o quê e como meditar.

 

Nem Sempre Zen – A arte da Meditação – Matthieu Ricard

 

 

Como eu comecei

 

Como já expliquei aqui eu comecei a fazer meditação nas aulas de yoga.

Se formos a ver, já antes eu meditava, nas minhas conversas com a Lua, ou quando fazia as minhas orações, no tempo eu que eu era cristã e frequentava a igreja.

 

 

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A Lua e as Luas

Lua Cheia no coração e o coração cheio de Luas.

 

A Lua

 

Nasci em Julho, signo Caranguejo, sob a regência da Lua.

Toda a minha vida fui sensível aos seus movimentos: conheço o meu humor numa determinada lua e compreendo os seus efeitos no meu corpo.

Um dia alguém escreveu que não era possível que sentíssemos os efeitos da Lua, pois os tais 70% de água que temos no nosso corpo não eram suficientes para provocar sensações ou alterações tal como nas marés.

Fiquei convencida que se tratava se um mito.

Mas não deixei de ver a Lua como a minha eterna amiga e confidente. Falámos muitas vezes, ela foi luz e mestre do meu espírito.

 

E afinal, a influência da lua no corpo humano até pode fazer algum sentido:

 

Toda vez que ocorre a subida nas águas, sabemos que a lua atingiu o ponto mais alto do céu em relação a um determinado ponto da terra. Isso identifica que a lua está onde a água é mais atraída, ao ponto de aumentar de volume e se acumular. Assim, formam-se as marés.

Talvez pouca gente perceba, mas nós humanos também somos influenciados pela porção 70% de água que somos. Todos nossos líquidos corporais possuem as suas próprias marés.
Somos compostos internamente por água e possuímos em comum uma força interna que a expande, retrai e muda de posição, no mesmo ritmo e tempo das marés apresentadas pelos rios, mares e oceanos.

A Lua no organismo

 

 

 

Nem Sempre Zen – 27 de Julho 2018 – Full Moon Meditation

 

As Luas

 

Há planetas que têm várias Luas a gravitar ao seu redor.

Eu também tenho as minhas Luas.

Algumas estão distantes fisicamente mas presentes no coração e outras ainda são conhecimentos travados num mundo virtual.

Algumas destas Luas são inspirações diárias, quando leio o que escrevem, quando abrem o coração e expõem as suas inseguranças, as suas vitórias ou quando generosamente partilham os seus conhecimentos.

 

São aquelas presenças que me rodeiam, a maior parte das vezes sem o saberem, que aquietam o meu coração, dão conselhos ou uma palavra que me anima e puxa para cima.

 

As Luas que enchem o meu coração são presenças mágicas e companheiras que fazem parte do meu desenvolvimento pessoal.

Apesar de subsistirem questões e muitas dúvidas, já encontrei algumas respostas. E aquilo que não sei, saberei no tempo certo.

 

É com algumas destas Luas que partilho mais um momento especial de meditação na próxima 6ª feira, dia 27 de Julho.

Vamos unir energias e celebrar mais uma Lua Cheia, mais uma noite que vivemos e pela qual estamos gratas.

 

 

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Meditação

Comecei a fazer meditação quando iniciei a prática de yoga, há cerca de dois anos e meio.

Não, não, mentira.

Comecei a fazer meditação quando tinha uns 7 anos… não era uma meditação dirigida a uma entidade religiosa, ou com um propósito definido, afinal eu era apenas uma criança que gostava de imaginar mundos fantásticos e sonhar acordada que vivia aventuras em universos mágicos, como quase todas as crianças faziam.

Passava noites a olhar para a Lua e para as estrelas. Nas férias no campo, adorava andar sozinha, pés na terra e cabeça no ar,  e na praia, o mar era a minha casa, qual sereia Ariel.

Em todos estes momentos, a viver e sentir a natureza, eu meditava, só não sabia que era isso.

 

Nem Sempre Zen – Meditação

 

Cadeia de orações (energias em movimento)

 

Eu passei por muitas fases, no que respeita à minha espiritualidade – isso daria uma peça em três actos! – mas um destes dias recordei um determinado acontecimento.

Houve uma altura, quando frequentava a igreja, devia ter uns 16 anos, costumava fazer, com o grupo de jovens aquilo que se chamava “cadeia de orações”.

Havia uma escala em que cada um tirava uns minutos do seu dia ou noite para fazer uma oração por determinado assunto.

Isto já foi há muitas, muitas luas (porque entretanto deixei de acreditar em deus, deuses e coisas e coisinhas).

Actualmente recuperei a minha espiritualidade. Aquela que eu tinha antes de ser religiosa e acreditar num deus, aquela que existia quando eu era criança e passava as noites, na minha varanda, a olhar para a Lua e a falar com ela, a caminhar no campo, descalça e a falar com as árvores.

 

A meditação dirigida aos jovens tailandeses na gruta

 

Um destes dias, a propósito dos jovens tailandeses que ficaram presos na gruta, criou-se no Instagram, uma espécie de flashmob de meditação. Uma série de pessoas ali naquele momento, incluindo eu, e respondendo ao repto de uma senhora, tirámos uns momentos para meditar e enviar energias de sabedoria e cura para os jovens e para quem os tentava salvar. E lembrei-me da tal “cadeia de orações” que fazíamos na igreja.

A “cadeia de oração” e a meditação…. Há muitas diferenças, no objecto da crença, por exemplo, mas também há algumas coisas em comum:

 

Fé. Esperança. Energias em movimento.

 

Então, pensei em fazer uma meditação num determinado dia e convidar pessoas a juntar-se a mim, em espirito, com o objectivo de unir energias para o bem, para um propósito, seja o que for que esteja no coração de cada um.

 

Nem Sempre Zen – Meditaçao: Fé. Esperança. Energias em movimento

 

 

A meditação da Lua Nova

 

Dia 13 de Julho temos uma Lua Nova. Há um eclipse solar em CARANGUEJO, que é o meu signo.

Decidi fazer uma meditação profunda, em silêncio, nessa noite e lancei o convite no Instagram.

Houve pessoas que responderam de imediato, confirmando que àquela hora estariam também a meditar.

Dessas que responderam, há quem já medite há mais tempo do que eu, há pessoas com mais experiência e há as que são reikianas e têm uma percepção muito maior do que é trabalhar com energias.

Eu estou a aprender, sozinha, do zero, e tenho muito, mas muito para aprender, para recuperar, mas talvez também por isso a experiência se torne mais bonita.

Embora muitas vezes quando estou a meditar pense que, naquele momento, em todo o mundo há pessoas a fazer o mesmo, e sinto essa conexão, desta vez vou saber que aqui ao lado, perto de mim, no meu país, há pessoas que eu não conheço pessoalmente mas que estão unidas comigo em espírito, a meditar também.

 

Together we are stronger.

 

 

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