Nem Sempre Zen

Desenvolvimento Pessoal & Espiritualidade by Patrícia Zen

Nem Sempre Zen

Aquilo que realmente importa…. (parte 1)

Esta é a primeira parte de uma reflexão pessoal sobre o facto de aquilo que realmente importa ser relativo.

Ao longo da nossa existência vamos aprendendendo que nada é permanente, tudo muda e evolui.

Além disso, tomamos consciência de que tudo é, por nós, apreciado por comparação, dependendo do contexto em que estamos inseridos.

E percebemos que há coisas que realmente não têm a relevância que achávamos que tinham.

 

Usar o tempo para ser livre

 

Uns dias fora do bulício da cidade, em contacto com a natureza, foi o suficiente para perceber que o meu problema com o excesso de peso só existe quando estou no meu ambiente habitual.

 

Nem Sempre Zen – O nosso tempo deve ser usado para aquilo que nos dá prazer e não com ralações sobre questões que afinal não são assim tão importantes

 

Ou melhor, o problema existe e não o nego, a diferença é a forma como o encaro.

Durante os dias em que estive off  não pensei nessa questão, ao contrário de hoje, que retornei à minha rotina habitual.

 

 

Os hábitos saudáveis são essenciais mas devem sê-lo naturalmente.

O nosso tempo deve ser usado nas coisas que nos dão prazer e não com ralações sobre questões que, afinal, não são assim tão importantes.

 

A importância de relativizar

 

Quando voltei “à civilização” tomei consciência de que nos dias em que a minha rotina se alterou não me preocupei com hábitos saudáveis, manutenção de dietas, comer de 3 em 3 horas, ingerir proteína em todas as refeições, etc, etc…

 

… e ainda assim, fiz 10 km de caminhada diariamente, comi menos, bebi mais água, comi mais saladas e inclui fruta no pequeno almoço, tudo sem pensar….

 

Naturalmente, sem pressão, sem ansiedade, comi bem (comida típica, queijos e vinhos) mas também fiz escolhas correctas.

 

Quando retomei a minha rotina, ai sim, voltou o cuidado de fazer os lanchinhos xpto (de que gosto, é um hábito que já incorporei no dia-a-dia).

E, com isso, notei uma preocupação excessiva que aumentou a minha ansiedade e se veio a manifestar numa barriguinha mais inchada.

 

Sim, tenho excesso de peso.

Sim, preciso de ter cuidados, pela minha saúde.

Não, não posso viver ansiosa com esse aspecto da minha vida senão em vez de ter um problema físico, arranjo um psicológico.

 

 

Mas…

Porque razão, então, não pensei e me preocupei com a dieta?

 

(continua no próximo artigo)

 

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