Nem Sempre Zen

Ferramentas de Autoconhecimento e Desenvolvimento Pessoal by Patrícia Zen

Nem Sempre Zen
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Mês: Fevereiro 2019

Pensa sempre. Inútil é não pensar.

Nem Sempre Zen – Pensa sempre. Inútil é não pensar.

Para começo de conversa, pense sempre, pense muito e coloque isso na cabeça: a curiosidade do mundo não tem limites. Somos todos absolutamente carentes de informações.  

Apesar de muitos saberem muito sobre muitas coisas, ninguém sabe tudo de tudo.  

Pense muito e pense bem nisso. Aliás, pense nisso e naquilo. Pense a quilo. Pense às toneladas, pense aos montes. 

Pensar é o caminho. Pensar nos porquês da vida, nas questões do mundo, no valor das coisas ou o pouco valor que as coisas possam ter.  

texto de Edgard de Oliveira Barros 

Este texto é de um professor de Jornalismo, em resposta a uma das questões mais colocadas pelos seus alunos: sobre o que escrever

Pensa nos “porquês”

Tomo a liberdade de aplicar a mesma ideia ao meu e ao teu processo de auto conhecimento: Pensa, pensa bem, pensa nos porquês da vida. 

Vamos voltar à criancice e perguntar “porquê” de minuto a minuto. Vamos voltar à adolescência e questionar tudo.  

Vamos ser jornalistas da nossa mente e dos nosso sentimentos e perguntarmos a nós próprios: porquê? 

Desenvolver a imaginação e o espírito crítico

Toda a gente acha que sabe muito mas embora saibamos muito de muita coisa, não sabemos tudo.

Vivemos num mundo que acredita ter respostas para tudo e, por isso, esquecemos de questionar a vida através do nosso olhar pessoal.

Nós estamos constantemente à procura que o outro nos dê as respostas (certas ou erradas), ao invés de as procurarmos por nós mesmos.

Vamos aos poucos destruindo o nosso espírito crítico, o pensamento analítico, aquele que imagina, que questiona, que inventa, que fracassa e volta a tentar à procura da solução.

Que seria do nosso mundo se os grandes filósofos e inventores não tivessem ousado pensar?!

Nem Sempre Zen – “Olhe para o céu, olhe para a frente, olhe para os lados, olhe para o chão e pense em cada detalhe que você viu”

Olhe para o céu, olhe para a frente, olhe para os lados, olhe para o chão e pense em cada detalhe que você viu.

Pense nas estrelas, na lua, nas nuvens. Que diabos fazem as nuvens penduradas lá no céu? Quem as segura lá?  

E essa lua prateada e envolvente que tantas paixões despertou em tanta gente e em tantos poetas? O que faz a lua nesse contexto todo? 

Aposto que milhões de pessoas gostariam de ouvir explicações sobre essas questões que aparentemente não passam de grandes bobagens.  

Cultura inútil, como dizem os inúteis.  

Cultura nunca é inútil. Inútil é não pensar.  

texto de Edgard de Oliveira Barros 


1 ano de Nem Sempre Zen



Nem Sempre Zen – Há 1 ano a escrever do meu coração para o teu

O primeiro artigo foi publicado no site no dia 9 de Fevereiro de 2018.

O “Nem Sempre Zen” começou por ser uma plataforma motivacional para a minha tentativa de levar avante um plano alimentar que me permitisse voltar a ter um peso adequado, cumprindo indicações médicas.

O resto surgiu através da ideia de que talvez eu pudesse encontrar uma filosofia de vida que me fizesse olhar a alimentação de uma forma diferente e me ajudasse a encontrar algum equilíbrio.

Este caminho veio a tornar-se antes um processo de autoconhecimento muito bonito.

O site foi idealizado e construído por mim. A manutenção e a gestão do site e redes sociais, é feita por mim.

Há muita coisa que eu gostava de acrescentar e alterar para melhorar a forma e o conteúdo do site mas a verdade é que este é, por enquanto, apenas um hobbie, sujeito à disponibilidade de tempo que uma pessoa que trabalha fora em full time tem.

Acima de tudo gostava que o site e o trabalho que desenvolvo aqui e nas redes sociais, nomeadamente, no Instagram, fosse sinónimo de partilha, de desenvolvimento e de aprendizagem.

Por isso, comenta, faz sugestões, apresenta criticas, ajuda-me a oferecer mais e melhor conteúdo.

Obrigada!

Nota: para todos os subscritores do site, vou oferecer uma mensagem, do meu coração para o teu. Fica atento ao teu e-mail nos próximos dias.

Esta mensagem tem por objectivo ajudar-te a continuar a crescer, pessoal e espiritualmente e a seres uma luz e uma mão amiga para todos os que te rodeiam.

Porque parte, se não toda, a nossa existência é / será pautada pelo apoio que damos aos nossos semelhantes, independentemente das suas ideologias.

Estamos todos aqui para evoluir.

Uma alma é uma alma.

Amor é amor.


Síndrome do guru

Nem Sempre Zen – Síndrome do guru

Há uns dias deparei-me com uma mensagem no mínimo bizarra.

Alguém me enviou uma mensagem pelo messenger do facebook, que só vejo quando estou no desktop, alegadamente a avisar-me para o perigo de certas instituições e pessoas que se dizem terapeutas, que lhe estavam a destruir a vida.

Além de estranheza pelo macabro da história, senti que, se fosse verdade, há aqui duas questões importantes a ser abordadas.

Primeiro: cais uma, cais duas, mas à terceira vez só cais se quiseres e culpar os outros pela nossa desgraça é um “bombom” amargo.

Segundo: é natural que depois de sofreres uma decepção num terapeuta de reiki, num massagista, médico, psicólogo, o que seja, fiques desconfiado e percas a fé na pessoa e na prática.

Não podemos passar a vida desconfiados mas…

Vamos acreditar que a maior parte dos profissionais, qualquer que seja a sua área de actuação, são devidamente qualificados e prestam bons serviços, de forma ética e responsável.

Depois há ali uma franja de pessoas que são simplesmente desumanas, arrogantes e vaidosas. E ainda há aqueles que, não tendo qualificações, gostam muito de opinar.

O site “Nem Sempre Zen” tem um disclaimer a explicar o que se diz e porquê e o que não se pode dizer ou fazer.

Eu, Patrícia, falo de assuntos que ou estudei e tenho conhecimento de causa ou são minha experiência pessoal.

A minha experiência pessoal é a minha experiência. E se a partilho é porque penso que possa ajudar e inspirar. Mas não é lei.

“Cada coisa que aprendemos pode ser compartilhada e servir para alguém em sua jornada. No entanto, eu dividir com você coisas que aprendi nas fases da minha vida, não necessariamente servirão para as suas. Porque cada vida é uma e cada pessoa é um universo diferente e cheio de possibilidades.”

Cherrine Cardoso

Cuidado com os “falsos profetas”

Há pessoas com as quais precisamos ter cuidado porque o seu único objectivo é a auto promoção e o colmatar das suas próprias inseguranças.

São pessoas que se acham especiais porque ajudam os outros.

Ora bolas! É nossa obrigação como seres humanos ajudar a todos. Ponto.

E o profissional do que quer que seja tem obrigação de ser bom profissional.

É simples.

Nem Sempre Zen – Somethings smell like bullshit eheh

Quando o alarme toca

Para mim, o “bullshit detector” toca o alarme quando vejo muita auto promoção, muita fanfarronice e frases feitas sobre como o seu trabalho vai mudar vida da pessoa – esta li num post de uma guru da moda super conhecida, com milhares de seguidores… até me arrepiei!

“Bons mentores, bons professores, bons coaches são aqueles que escutam e contribuem com um norte para quem os segue, sem doutrinar ou impor as suas verdades. Profissionais sérios são aqueles que continuam estudando por toda a vida, pois só assim somam mais conhecimentos.

Guru bom é o que não se vangloria de sua posição e nem guarda para si o que aprende por medo de dividir seu conhecimento com outros, com receio de que sejam melhores do que ele.”


Cherrine Cardoso

O guru bom, como lhe chama a professora de Yoga Cherrine Cardoso, é aquele que ensina a fazer. É aquele nem sempre tem respostas mas que suscita as perguntas e ajuda a pensar.

É o que ensina a caminhar sem precisa de muletas.

Abre o olho

Não vou dizer que nunca sou enganada. Ui, já fui. E à vezes ainda sou. Só que já são uns bons anos em cima do lombo a observar pessoas na área da espiritualidade e até posso cair na esparrela mas não fico lá a chafurdar muito tempo. Nem pensar!

Não respondi à mensagem de que falei no início do texto porque achei o discurso esquizofrénico e não me meto nisso.

Mas serviu de inspiração ….

Abre o olho e questiona sem quaisquer problemas. Afinal, é da nossa vida que estamos a falar e temos de cuidar dela com muito carinho.


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