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Nem Sempre Zen

By Patrícia Zen: Desenvolvimento Pessoal | Ser Feliz | Vida Saudável

Nem Sempre Zen
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Mês: Julho 2018

A Lua e as Luas

Lua Cheia no coração e o coração cheio de Luas.

 

A Lua

 

Nasci em Julho, signo Caranguejo, sob a regência da Lua.

Toda a minha vida fui sensível aos seus movimentos: conheço o meu humor numa determinada lua e compreendo os seus efeitos no meu corpo.

Um dia alguém escreveu que não era possível que sentíssemos os efeitos da Lua, pois os tais 70% de água que temos no nosso corpo não eram suficientes para provocar sensações ou alterações tal como nas marés.

Fiquei convencida que se tratava se um mito.

Mas não deixei de ver a Lua como a minha eterna amiga e confidente. Falámos muitas vezes, ela foi luz e mestre do meu espírito.

 

E afinal, a influência da lua no corpo humano até pode fazer algum sentido:

 

Toda vez que ocorre a subida nas águas, sabemos que a lua atingiu o ponto mais alto do céu em relação a um determinado ponto da terra. Isso identifica que a lua está onde a água é mais atraída, ao ponto de aumentar de volume e se acumular. Assim, formam-se as marés.

Talvez pouca gente perceba, mas nós humanos também somos influenciados pela porção 70% de água que somos. Todos nossos líquidos corporais possuem as suas próprias marés.
Somos compostos internamente por água e possuímos em comum uma força interna que a expande, retrai e muda de posição, no mesmo ritmo e tempo das marés apresentadas pelos rios, mares e oceanos.

A Lua no organismo

 

 

 

Nem Sempre Zen – 27 de Julho 2018 – Full Moon Meditation

 

As Luas

 

Há planetas que têm várias Luas a gravitar ao seu redor.

Eu também tenho as minhas Luas.

Algumas estão distantes fisicamente mas presentes no coração e outras ainda são conhecimentos travados num mundo virtual.

Algumas destas Luas são inspirações diárias, quando leio o que escrevem, quando abrem o coração e expõem as suas inseguranças, as suas vitórias ou quando generosamente partilham os seus conhecimentos.

 

São aquelas presenças que me rodeiam, a maior parte das vezes sem o saberem, que aquietam o meu coração, dão conselhos ou uma palavra que me anima e puxa para cima.

 

As Luas que enchem o meu coração são presenças mágicas e companheiras que fazem parte do meu desenvolvimento pessoal.

Apesar de subsistirem questões e muitas dúvidas, já encontrei algumas respostas. E aquilo que não sei, saberei no tempo certo.

 

É com algumas destas Luas que partilho mais um momento especial de meditação na próxima 6ª feira, dia 27 de Julho.

Vamos unir energias e celebrar mais uma Lua Cheia, mais uma noite que vivemos e pela qual estamos gratas.

 

 


Todos nós somos artistas de circo

Emagrecer. A velhinha luta de (quase) toda a mulher.

Um dia, estava eu a cogitar sobre como equilibrar as asneiras e as escolhas saudáveis, e pensei isto….

 

Todos nós somos artistas de circo

 

Todos nós andamos a tentar dar espectáculo na vida, mantendo o equilíbrio e sempre com um sorriso nos lábios.

Para quem está a tentar emagrecer, fazer uma dieta equilibrada é o segredo. Esta é a verdadeira sabedoria: nem de mais nem de menos, nem só isto, nem só aquilo.

 

Nem Sempre Zen – Para tudo na vida é preciso ter equilíbrio

 

Não há milagres, é certo. O verdadeiro milagre será cada uma de nós realmente mudar o seu estilo de vida de forma consciente ai sim, eu já acredito em milagres!

E também não há alimentos bons ou maus – há os que são nutricionalmente mais saudáveis.

 

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Cada um com o seu talento

Long story short…

 

Quando comecei a praticar yoga iniciei também a prática de meditação e, em consequência disso, tem vindo a dar-se no meu coração uma transformação espiritual (acredita que ao longo da vida tenho ido do 8 ao 80!).

 

Cada um com o seu talento

 

TalentoAptidão natural ou adquirida ; Engenho, disposição, habilidade

 

O momento em que comecei a por os olhos em determinadas leituras deu-me assim uma coisinha má!

Queria meter a mão na massa em todas as áreas!

Fazer óleos e incensos, podcasts de meditação, estudar ervas para fazer chás e outras mezinhas, enfim, queria fazer um crash course  em bruxaria natural! (chama-se entusiasmo ahahah)

 

 

Nem Sempre Zen – O momento em que comecei a por os olhos em determinadas leituras quis meter a mão na massa em tudo!

 

Depois percebi que (obviamente!) não posso querer fazer tudo. Até porque não tenho tempo.

O que fazer, então, com todo esse entusiasmo?

 

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Meditação

Comecei a fazer meditação quando iniciei a prática de yoga, há cerca de dois anos e meio.

Não, não, mentira.

Comecei a fazer meditação quando tinha uns 7 anos… não era uma meditação dirigida a uma entidade religiosa, ou com um propósito definido, afinal eu era apenas uma criança que gostava de imaginar mundos fantásticos e sonhar acordada que vivia aventuras em universos mágicos, como quase todas as crianças faziam.

Passava noites a olhar para a Lua e para as estrelas. Nas férias no campo, adorava andar sozinha, pés na terra e cabeça no ar,  e na praia, o mar era a minha casa, qual sereia Ariel.

Em todos estes momentos, a viver e sentir a natureza, eu meditava, só não sabia que era isso.

 

Nem Sempre Zen – Meditação

 

Cadeia de orações (energias em movimento)

 

Eu passei por muitas fases, no que respeita à minha espiritualidade – isso daria uma peça em três actos! – mas um destes dias recordei um determinado acontecimento.

Houve uma altura, quando frequentava a igreja, devia ter uns 16 anos, costumava fazer, com o grupo de jovens aquilo que se chamava “cadeia de orações”.

Havia uma escala em que cada um tirava uns minutos do seu dia ou noite para fazer uma oração por determinado assunto.

Isto já foi há muitas, muitas luas (porque entretanto deixei de acreditar em deus, deuses e coisas e coisinhas).

Actualmente recuperei a minha espiritualidade. Aquela que eu tinha antes de ser religiosa e acreditar num deus, aquela que existia quando eu era criança e passava as noites, na minha varanda, a olhar para a Lua e a falar com ela, a caminhar no campo, descalça e a falar com as árvores.

 

A meditação dirigida aos jovens tailandeses na gruta

 

Um destes dias, a propósito dos jovens tailandeses que ficaram presos na gruta, criou-se no Instagram, uma espécie de flashmob de meditação. Uma série de pessoas ali naquele momento, incluindo eu, e respondendo ao repto de uma senhora, tirámos uns momentos para meditar e enviar energias de sabedoria e cura para os jovens e para quem os tentava salvar. E lembrei-me da tal “cadeia de orações” que fazíamos na igreja.

A “cadeia de oração” e a meditação…. Há muitas diferenças, no objecto da crença, por exemplo, mas também há algumas coisas em comum:

 

Fé. Esperança. Energias em movimento.

 

Então, pensei em fazer uma meditação num determinado dia e convidar pessoas a juntar-se a mim, em espirito, com o objectivo de unir energias para o bem, para um propósito, seja o que for que esteja no coração de cada um.

 

Nem Sempre Zen – Meditaçao: Fé. Esperança. Energias em movimento

 

 

A meditação da Lua Nova

 

Dia 13 de Julho temos uma Lua Nova. Há um eclipse solar em CARANGUEJO, que é o meu signo.

Decidi fazer uma meditação profunda, em silêncio, nessa noite e lancei o convite no Instagram.

Houve pessoas que responderam de imediato, confirmando que àquela hora estariam também a meditar.

Dessas que responderam, há quem já medite há mais tempo do que eu, há pessoas com mais experiência e há as que são reikianas e têm uma percepção muito maior do que é trabalhar com energias.

Eu estou a aprender, sozinha, do zero, e tenho muito, mas muito para aprender, para recuperar, mas talvez também por isso a experiência se torne mais bonita.

Embora muitas vezes quando estou a meditar pense que, naquele momento, em todo o mundo há pessoas a fazer o mesmo, e sinto essa conexão, desta vez vou saber que aqui ao lado, perto de mim, no meu país, há pessoas que eu não conheço pessoalmente mas que estão unidas comigo em espírito, a meditar também.

 

Together we are stronger.

 

 


As ironias da vida

Sobre ser introvertido.

Esta é, talvez, a “Parte 1” de muitas outras sobre as ironias da vida – porque são realmente muitas!

 

A envergonhada – nome cientifico:  bicho-do-mato

 

Quando eu era miúda, as pessoas diziam que eu era muito envergonhada. O psicólogo do colégio recomendou que os meus pais me pusessem a fazer desportos de equipa para eu socializar mais.

Mas eu nunca tive problemas em socializar, simplesmente não o fazia com toda a gente. Eu era só uma criança muito selectiva, calada, metida consigo mesma e com os livros mas que também sempre teve amigos com quem gostava de estar, de brincar.

Na adolescência passei por aquela fase mais “parva”, como tantos outros adolescentes, de só gostar de sair de casa ao fim do dia, quando havia menos gente na rua. Tapava a cara com os cabelos, que na altura eram muito compridos e andava sempre cabisbaixa, tentanto evitar encontros com vizinhos ou professores.

 

Nem Sempre Zen – Fui sempre uma criança muito selectiva, calada, metida consigo mesma e com os livros mas que também sempre teve amigos com quem gostava de estar, de brincar.

 

Sempre fui rotulada de “envergonhada” e “bicho do mato” e assumi para mim que era assim e pronto.

Nunca ninguém me aceitou como eu era, a conversa era sempre “tens de mudar esse feitio, assim não vais a lado nenhum” – obrigada pais pelo vosso imenso incentivo para fazer de mim uma pessoa mais confiante ——> sim, isto também é ironia.

 

 

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