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Nem Sempre Zen

By Patrícia Zen: Desenvolvimento Pessoal | Ser Feliz | Vida Saudável

Nem Sempre Zen

Não sou feita para seguir regras

 

 

Apesar de viver em sociedade e precisar fazê-lo…. Não sou feita para seguir regras.

 

 

(Auto) Sabotagem? Ou não.

 

Sou péssima a seguir mapas, rituais, receitas… tudo o que seja indicações ou orientações eu saboto!

Se for para cumprir um plano alimentar, já de antemão digo que tentei mas não consigo.

Dress code… bah.

Seguir os passos para fazer um “chá mágico”, esquece.

Uma receita? Vou inventar.

Rituais… boring!…

Mapa do caminho…. não preciso.

 

 

 

Intuição

 

Eu faço tudo por intuição, à minha maneira. Às vezes resulta, outras… óbvio que não.

É do género, ninguém pode aldrabar uma receita de bolo, vai sair porcaria na certa. Podes inventar no tempero dos bifes mas nas proporções ovos/farinha etc. do bolo, não né?

Um cientista no laboratório precisa testar as hipóteses variando apenas uma variável, passo a redundância, senão vai sair bosta. Quando replicas uma experiência tens de seguir as indicações passo a passo, sem falhas, caso contrário comprometes os resultados.

 

 

 

Gosto da espontaneidade, de fazer as coisas por intuição

 

 

Quando me propõem um ritual fico toda entusiasmada mas ao mesmo tempo penso “menina… será que dá para não aldrabar isto e fazer tudo direitinho?”

A verdade é que não sinto prazer em coisas ensaiadas e pré determinadas – é óbvio que eu teria sido uma péssima actriz ahah

Gosto da espontaneidade, de fazer as coisas por intuição ou porque sinto que o coracão me sussura nesse sentido.

Gosto de juntar as mãos em oração quando sinto que o devo fazer e não por obrigação e quem diz isso diz acender uma vela ou entoar um mantra.

 

 

 

Liberdade

 

A sensação que tenho muitas vezes é que a minha alma vem de algum lugar onde eu vivia sozinha, longe da multidão, longe das obrigações sociais, longe dos deveres e compromissos familiares e que ainda hoje mantenho essa liberdade enraizada.

 

 

 

Nem Sempre Zen – A sensação que tenho muitas vezes é que a minha alma vem de algum lugar onde eu vivia sozinha, longe da multidão

 

 

Claro que há normas e principios que sigo – e muito dedicadamente – como as de condução, de educação, de convivio e boa vizinhança.

Mas não me peçam muito mais porque eu não sou feita para seguir regras.

 

 

PS: Aqui a palavra “regras” também pode assumir um valor equivalente a “carneirada”, if you know what I mean.

 

 

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É fácil ser zen quando vives isolado

 

É fácil ser zen quando vives isolado, sem ninguém à tua volta e sem barulho.

 

Um dos maiores desafios da nossa vida é manter a calma

 

Manter a calma e ser zen quando estás rodeado de colegas tagarelas e falsos, de chefes que cinicamente te dão palmadinhas nas costas, de familiares com personalidades narcisistas e amigos egoístas.

Viver na cidade com a poluição, o trânsito, as pessoas desvairadas que andam a direito, sem ver nada à sua frente e ter uma atitude zen… é dose!

É complicado manteres uma atitude serena de forma permanente porque, convenhamos, há desafios diários que nos testam a paciência e a calma de uma maneira atroz.

 

 

 

Nem Sempre Zen – É facil ser zen quando se vive isolado

 

 

 

 

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Prendas de Natal com amor e alma

Ai o Natal, o Natal….

Sim, eu sei, é cedo – ou então não, já há tanta malta a fazer a sua árvore de Natal!…

Mas o timing para mim é o correcto porque este provavelmente será o único artigo dedicado ao Natal que escreverei no site…. por isso aproveitem… eheh

 

 

Nem Sempre Zen – começa o frenesim das compras….

 

 

Começa o frenesim

 

Já começa a loucura nos centros comerciais, o trânsito, o pessoal a atropelar-se a comprar desenfreadamente, a satisfazer caprichos, a preencher o vazio….

Quase que poderia apostar que todos vocês (ou quase todos) têm aversão ao consumismo (e ao desperdício) da época do Natal.

 

 

 

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Como fazer as escolhas certas?

Como fazer as escolhas certas?

Como saber se as decisões que tomo são realmente o melhor para mim?

 

 

 

Nem Sempre Zen – como saber se as minhas escolhas são realmente o melhor para mim?

 

 

Fazer escolhas sem arrependimentos é a minha lição nº 1 para a vida

 

Como fazer as escolhas certas? Fazê-las sem arrependimentos.

Se são realmente as certas? Sim, não, às vezes, não sei…

 

Eu podia dar mil e um exemplos pessoais – alias, escrevi alguns e depois apaguei tudo.

Porquê?

Porque há coisas que são tão nossas e que mexem connosco de uma maneira tão própria que não é justo nem para mim nem para ti eu usar as minhas experiências como exemplo.

Mas, se pensar bem, nem é preciso pois tu também já deves ter a tua conta de escolhas que não sabes se foram certas ou erradas.

 

 

Eu diria assim…

 

  • Não deixes para os outros a responsabilidade de decidir a tua vida;
  •  Sê fiel à tua natureza e o que fizeres faz sem arrependimentos;
  • A vida é aprendizagem e se a coisa der para o torto também se aprende com esses erros e “más” escolhas;
  • “Más escolhas” são lições de vida, encara isso de forma positiva;
  • Lembra-te que viver a vida a pensar nos “ses” não muda o passado;
  • No fim de tudo, sabes que deste o teu melhor porque tomaste a decisão que era possível e que te fazia sentido naquele exacto momento.

 

Keep it cool.

 

Abraço companheiro,

Patrícia (nem sempre) Zen

 

 

 

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Percorre o teu próprio caminho

Percorre o teu próprio caminho – é uma frase cliché mas quando realmente entendemos de que forma ela se aplica à nossa vida, torna-se a chave mestra para a porta da consciência.

 

 

Trabalho de introspecção

 

Não há dúvida que fazer um trabalho interior, de introspecção, é essencial para perceber qual é o nosso caminho na vida – seja em que sentido for.

Neste caso, falo do caminho de desenvolvimento espiritual. E este caminho, como toda a gente sabe, é muito pessoal.

Podemos inspirar-nos noutras pessoas e até tentar percorrer a mesma estrada mas quantas vezes isso não serve “apenas” para compreendermos que aquele não é mesmo o nosso caminho?

 

 

Nem Sempre Zen – Percorre o teu próprio caminho

 

 

O que é que me desperta emoções?

 

 

“A cultura actual está obsessivamente focada em expectativas positivas irrealistas, tretas positivas e felizes de auto-ajuda que estamos sempre a ouvir, focadas naquilo que nos falta, aquilo que não somos, aquilo que devíamos ter sido mas não conseguimos ser.”

Mark Manson

 

 

 

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