Nem Sempre Zen

Ferramentas de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal

Nem Sempre Zen

As minhas 3 dicas de ferramentas de desenvolvimento pessoal

Não há certo ou errado quando falamos de ferramentas de desenvolvimento pessoal.

 

 

Cada pessoa tem as suas práticas pessoais e, na minha opinião, intransmissíveis.

 

O mesmo com as ferramentas que utiliza para construir o seu caminho em direcção ao crescimento como pessoa e como ser espiritual.

Não há certo ou errado quando falamos de ferramentas de desenvolvimento pessoal. O ser humano não é só espiritual ou “iluminado” porque pratica Reiki ou cumpre um ritual meditativo todos os dias da semana sem falhar.

E quem não sabe o que é Reiki?
E quem “falha” de meditar todos os dias?
E quem gosta de ir à igreja rezar a um santo?

 

So what? Let them be.
Não há regras e cada um faz o que ressoa com os seus interesses.

 

 

Se falhas, estás feito ao bife!

 

Há pessoas que ficam confusas e até aflitas “como é que faço se não tenho esse incenso?”, “não consegui fazer a meditação! e agora?”, “não tenho esse cristal, onde compro?!”.

O desenvolvimento espiritual não é como uma receita de bolo, que é quase preciso um curso de física e química para aquilo ficar maravilhoso e comestível! Eheh

É fácil, fácil.

 

 

As minhas 3 dicas de ferramentas de desenvolvimento pessoal são as seguintes:

 

1) Usa as tuas próprias ferramentas, que ainda é mais especial, usa uma pedra ou uma concha, usa uma flor ou algo fabricado por ti.

2) Faz do tempo teu aliado. Não é o tempo dos outros, é o teu tempo.

3) Faz apenas aquilo que te dá prazer. Nada de fretes!

 

 

Até te dou uma dica extra: descomplica!

Não precisas fazer exactamente aquilo que as pessoas, amigos ou “gurus” te sugerem. Segue essas as opiniões e conselhos como exemplos de práticas que depois poderá adaptar ao teu gosto.

É como o café, para uns com açúcar, para outros sem.

 

Tem uma excelente semana!

 

 

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Propriedades do Quartzo Rosa

No seguimento do artigo anterior, sobre a Magia dos Cristais, pedi a duas amigas e colegas, a Joana Silva e a Sara Tibério para me ajudarem a explicar porque é que o quartzo rosa é uma pedra tão especial.

Perspectiva astrológica por Sara Tibério

Nem Sempre Zen – Balança (Libra) é um signo regido pelo planeta Vénus que pode beneficiar das potencialidades de cura compassiva e empática do cristal de quartzo.

Signo de Touro

O cristal de quartzo rosa é uma das pedras associadas a Touro e ao planeta Vénus, que é o seu regente.

Utilizar este cristal ajuda a recarregar a vibração amorosa deste signo, amenizando situações de teimosia, apego e ciúme, distorções típicas da energia fixa dos taurinos. Pelos mesmos motivos, pode ser uma pedra útil também para os escorpioninos, que partilham o eixo Touro-Escorpião, e por isso são “farinha do mesmo saco”!

Signo de Balança

Balança (Libra) é outro signo regido pelo planeta Vénus que pode, igualmente, beneficiar das potencialidades de cura compassiva e empática deste cristal, quando em situações de impetuosidade, falta de paciência, egoísmo… energias distorcidas do signo oposto e complementar Carneiro (Áries), também ele um potencial beneficiário das altas vibrações do quartzo rosa.

Embora estes sejam os signos mais facilmente associados ao quartzo rosa, todos nós podemos utilizar este cristal quando necessitamos de nos conectar com a energia de cura amorosa, visto que as energias dos signos mencionados acima existem em todos nós e estão, a todo o momento, em interacção com o mundo exterior.

Propriedades curativas e energéticas por Joana Silva

Chakra cardíaco e amor incondicional

O quartzo Rosa, muito associado ao chakra cardíaco, lembra-nos do amor incondicional, de sentimentos de paz e compaixão, sendo uma boa ferramenta que ajuda na nossa cura.

Quando trabalhamos neste chakra com o quartzo Rosa, pode ajudar a dissolver feridas emocionais, medos e ressentimentos, trazendo-nos também conforto.

Ajuda-nos ainda a abrir o coração para dar e receber Amor e, principalmente, deve ser uma ferramenta para nos lembrarmos e trabalharmos em busca do amor-próprio e auto-confiança.

 

Outras utilizações

Quando os utilizamos no quarto, principalmente debaixo da almofada, previne pesadelos e ajuda a ter sonhos mais tranquilos.

É também um cristal que pode ser utilizado para aliviar stress e tensões, através, por exemplo, da sua utilização em conjunto com o reiki ou a meditação.

Ao ser utilizado nos tratamentos de reiki, ao colocar o quartzo rosa na zona do chakra cardíaco enquanto fazemos o tratamento, este propícia o seu efeito.

Lembra-te sempre da importância de usar os cristais como uma ferramenta apenas, sem qualquer apego. Estes pequenos objectos podem ajudar-te a ancorar as emoções e a focar na solução e não no problema. No entanto, a verdadeira força e o poder estão dentro de ti.

Nota:

Se tens cristais e precisas de conselhos sobre como os limpar e energizar, podes lêr este artigo da Joana no site Terapias D’Alma (link directo).

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A magia dos cristais – Quartzo Rosa

Nem Sempre Zen – Cristal de Quartzo Rosa

 

O primeiro cristal que comprei foi um quartzo rosa

 

Eu estava a passar uma situação muito delicada no trabalho e senti que precisava de algo para me ajudar a ter clareza de espírito para lidar com aquela situação.

Um dia fui a uma loja e expliquei a quem me atendeu o que se passava. Ela foi até ao expositor dos cristais e passou a mão, de olhos fechados, por todas as pedrinhas.

 

Finalmente, pegou num quartzo rosa e disse-me: “Esta é a pedra do amor incondicional, ela escolheu-te porque precisas de amor no teu coração e esse amor vai ajudar-te a enfrentar esses desafios.”

 

Na altura, não entendi como é que aquilo me ia ajudar. No entanto, lá andei com o cristal no bolso durante uns tempos.

Cada vez que me começava a “enervar”, levava a mão ao bolso e lembrava-me de “enviar amor” a quem me estava a testar a paciência.

Até ao dia em que tudo melhorou drasticamente.

 

 

Foi o cristal?

 

Não, fui eu.

Utilizei a pedra para ancorar as minhas emoções e, em vez de me enraivecer, enviei amor às pessoas envolvidas e com isto, acabei por entender a intenção da senhora da loja, quando me deu aquele cristal.

 

Os cristais podem ser ferramentas poderosas pois têm a sua própria energia. São pedras com energias de cura, inspiradoras e protectoras mas, no fim das contas, somos nós quem está no comando.

Uma pedra no bolso… é uma pedra no bolso. Uma pedra no bolso que me relembra que devo respirar fundo, acalmar e amar o outro, é uma pedra mágica.

 

Pouco tempo depois, deixei de andar com o quartzo no bolso mas a sua lição ficou-me na memória até hoje.

Essa é a verdadeira magia dos cristais.

 

 

As propriedades do cristal de quartzo rosa

 

Amanhã publicarei a segunda parte deste artigo, que irá incidir especialmente nas propriedades do cristal de quartzo rosa.

Para isso, vou ter a colaboração da Joana Silva, do site Terapias D’Alma que vai falar brevemente sobre as propriedades curativas e energéticas e a Sara Tibério do site Vikasa.pt irá dar-nos uma perspectiva astrológica deste cristal.

 

 

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Ferramentas de autoconhecimento

Para termos um bom conhecimento de nós, precisamos ter igualmente consciência do que somos.

Durante milhares de anos, filósofos, escritores, alquimistas e neurocientistas, entre tantos outros pensadores, buscaram o conhecimento da natureza do ser humano e de si mesmos.

Neste artigo falo de forma breve sobre algumas ferramentas de autoconhecimento, assunto que irei desenvolver mais aprofundadamente nos próximos tempos.

 

 

 

Nem Sempre Zen – Para termos um bom conhecimento de nós, precisamos ter igualmente consciência do que somos.

 

 

Como é que eu me conheço?

 

Há quem refira que a primeira coisa a fazer é desligarmo-nos dos julgamentos alheios.

Depois, deveremos pensar naquilo que nos define: do que gostamos e não gostamos em nós? quais são os nossos traços mais marcantes? quem sou eu no meu grupo de amigos?

É bom também termos consciência dos acontecimentos de vida que nos moldaram – nem sempre temos noção do impacto que certas situações tiveram em nós, por isso recorrer a psicoterapia é sempre uma boa opção.

 

Dica: Se quiseres explorar mais sobre este assunto, podes ler o artigo no qual me inspirei aqui.

 

 

Ferramentas de autoconhecimento

 

Fazer journaling, meditar ou aprender uma língua nova são formas de sair da comfort zone mas são também ferramentas importantes de autoconhecimento.

Desta forma, tens uma visão daquelas que são as tuas forças e fraquezas, de maneira a poderes trabalhá-las.

Outras ferramentas usadas actualmente, mais ligadas ao lado espiritual, são o Tarot, a meditação, o Reiki e a prática de Yoga.

 

 

Ferramentas que eu utilizo

 

  • Escrita, introspecção, psicoterapia, e muitas leituras e estudo;
  • Muita comunicação com o outro, com amigos que estão na “mesma onda” mas também com aqueles de desafiam as nossas crenças (é um bom exercício, acredita!);
  • Trabalhar com cartas (tarot e outros oráculos) tem sido um exercício fundamental e extremamente útil. Falarei melhor sobre isto em breve;
  • O Reiki, que é uma prática que me que me obriga a acalmar e a viver no momento presente;
  • O Yoga, no entanto, foi, no inicio da minha caminhada rumo ao desenvolvimento espiritual, aquela tool que mais me abriu os olhos para o mundo além material;
  • E, claro, a Meditação, que é o meu maior mestre, que me faz ir ao fundo de mim,

 

 

Consciência de mim (de nós)

 

Apesar de todas as práticas que descrevi, há uma que é essencial, como uma chave mestra.

Os nossos pensamentos e atitudes, bem como a consciência crítica que temos sobre eles, são, na minha opinião, a nossa maior ferramenta de autoconhecimento.

Quando esta capacidade de análise e introspecção não existe, não há cristais, Reiki, Tarot ou psicoterapia que nos valha.

Porque tudo, tudo está em nós.

 

 

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As minhas dicas para momentos “nem sempre zen”

 

 

Como eu ultrapasso momentos “nem sempre zen”

 

Para enfrentar e ultrapassar estes momentos “nem sempre zen”, não tenho hábitos ou rituais certos, é conforme o QUE me aflige e o QUANTO me aflige.

 

  1. Às vezes dou por mim a cantar a música “Jorge de Capadócia” (Jorge Ben, 1975). Principalmente quando sinto que necessito de motivação e protecção.

 

Armas de fogo, meu corpo não alcançará
Facas, lanças se quebrem, sem o meu corpo tocar
Cordas, correntes se arrebentem, sem o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge

 

2. Outras vezes sento-me, medito, tiro dos meus baralhos de tarot e oráculos e tento analisar quer a situação, quer o meu estado de espírito, de maneira a perceber porque razão me sinto do jeito que sinto.

 

3. Acendo incensos, “defumo a ruindade” (ahahah) com cânticos, às vezes berros, porque a minha casa, física e espiritual, não é hotel para hóspedes indesejados.

 

4. Faço autotratamento de Reiki ou um “scan” corporal de limpeza e harmonização de chakras.

 

5. Há dias que ouço música, heavy metal, musica clássica, cânticos da umbanda, depende do que me está a “encucar” a cabeça.

 

6. Outros dias há em que me torno “bruxa de cozinha” e faço comidinhas bem temperadas, com muita pimenta cayenne!

 

7. Tem alturas em que simplesmente me sento no sofá a ver séries de arrepiar os cabelitos dos braços eheheh 

 

8. Outros momentos, simplesmente deixo-me ficar à janela, a olhar o horizonte e a bebericar uma infusão para dias “nem sempre zen”.

 

 

Nem Sempre Zen – “… ficar à janela, a olhar o horizonte e a bebericar uma infusão para dias “nem sempre zen”.”

 

 

 

O que é realmente importante

 

O objectivo deste artigo e dos outros anteriores, em que cada pessoa falou da sua experiência, é percebermos que não dá mesmo para estar sempre no positivo!

É normal (e necessário) ter dias destes, quebras de energia, moleza, dores de corpo e alma.

Não  há qualquer problema em estar triste com uma perda, com uma frustração ou às vezes sem razão aparente.

O importante é percebermos de onde vem este estado de alma, de forma a podermos fazer alguma coisa e termos a sensibilidade de cuidar de nós próprios e depois seguir em frente com a consciência de que um dia mau não nos define.

 

 

Não há fórmulas mágicas

 

Estas são as ferramentas que me permitem lidar com os momentos “nem sempre zen” mas, como já percebeste se leste os artigos dos meus convidados, cada um tem a sua própria experiência e o que funciona para uns, não funciona para todos.

 

Há pessoas que adoram estar rodeadas de pessoas, outras preferem a solidão. Uns meditam nos templos e no silêncio, outros por entre o bulício da cidade.

 

Somos todos diferentes mas com com tantas ideias e vivências bonitas!

 

Partilhar estas experiências é bom, não para criarmos regras mas sim para nos podermos inspirar uns aos outros.

 

 

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